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Santos vê complô para tirar primeiro jogo da Vila e age nos bastidores
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A informação partiu de São Paulo, desceu a serra e irritou a diretoria do Santos. A Vila Belmiro é alvo de um complô para que não possa receber o primeiro jogo das semifinais da Libertadores, contra o Corinthians, segundo dirigentes do time de Neymar.

Indagado pelo blog, um importante cartola santista disse que foi alertado sobre o plano para barrar o estádio e já agiu nos bastidores a fim de evitar a manobra. No entanto, ele não quis afirmar quem estaria atacando a Vila.

A informação recebida pela cúpula do Santos é de que a Conmebol foi avisada sobre o estádio da equipe supostamente não ter condições para receber 20 mil pessoas, público mínimo exigido para jogos até as semifinais.

Pela mesma versão, a entidade foi aconselhada pelo denunciante a pedir um novo laudo ao Santos para comprovar a capacidade da Vila. O documento de posse da Confederação Sul-Americana estaria com dados defasados. Ele atesta que o Urbano Caldeira pode receber pouco mais de 20 mil pessoas.

A Conmebol também teria sido informada de que o Cadastro Nacional dos Estádios de Futebol, documento oficial da CBF, limita a Vila a 16.798 pessoas. O relatório está no site oficial da confederação.

O regulamento da Libertadores até permite jogos em estádios com capacidade inferior, desde que o interessado faça o pedido para que a Conmebol vistorie e aprove o local em janeiro, antes do início do torneio.

 A diretoria do clube litorâneo alega que vende menos de 20 mil ingressos por medida de segurança, acertada com a Polícia Militar, apesar de poder receber tal público.

O veto empurraria a partida para o Morumbi, já que o Santos não tem interesse em jogar no Pacaembu, casa corintiana. Porém, a cúpula santista confia que sua rápida resposta manterá o jogo no litoral. Sem dar detalhes, diz estar bem municiada.

Nos últimos dias, a cartolagem corintiana repetiu que não era indiferente ao local do primeiro confronto. Vale lembrar que os alvinegros da capital têm horror ao Morumbi.


Palmeiras se sente refém de bicho turbinado
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Há em parte dos cartolas do Palmeiras o sentimento de que o clube virou refém do bicho vitaminado dado aos jogadores na partida contra o Atlético-PR, que valeu uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil.

A queixa é de que a equipe andou em campo contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro, sem a premiação top. A avaliação é de que ficou mais caro motivar o time.

Diante do Atlético-PR, o bicho ficou entre R$ 15 mil e R$ 20 mil para cada jogador. A premiação no Brasileiro é mantida em sigilo, mas é certamente bem inferior em relação à quantia paga pela classificação às semifinais da Copa do Brasil.

Até agora, um bicho gordo no Palestra Itália ficava na casa dos R$ 5 mil por atleta. No Nacional, o time adota o sistema de pagamento por metas. Uma parte da premiação só é dada se objetivos estipulados pela diretoria forem alcançados.

O problema é que uma corrente no clube acredita que esse método deveria ter sido adotado também na Copa do Brasil, para não criar critérios diferentes. O abismo entre as duas premiações tornaria mais difícil a missão de estimular o elenco.