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Arquivo : ação

DIS cobra na Justiça R$ 1,1 milhão do Palmeiras por empréstimo feito ao clube na compra de Tinga
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A DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, entrou com uma ação na Justiça para cobrar do Palmeiras dívida que alega existir no valor de R$ 1.130.674,34.

Parceira do clube nos direitos econômicos de Vinícius, a empresa foi à Justiça por causa da negociação envolvendo Tinga, em 2010. Ela alega ter emprestado R$ 1,8 milhão para o alviverde comprar o jogador da Ponte Preta.

Para quitar parte da dívida, os palmeirenses cederam à DIS 35% do passe de Tinga. Os outros R$ 800 mil deveriam ser pagos em 16 parcelas de R$ 50 ml.

Desse valor, foram descontados R$ 90 mil de parte de uma comissão paga pelo Palmeiras a um intermediário. Sobrou uma dívida de R$ 710 mil. Segundo relata a DIS na ação inicial, nem a primeira parcela foi paga. No pedido, datado de 4  de abril, os advogados da empresa afirmam que o débito corrigido é de R$ 1,1 milhão.

O blog enviou e-mail a assessoria de imprensa do Palmeiras no último dia 12 indagando sobre a ação. Por telefone, a assessoria afirmou que aguardava posicionamento do departamento jurídico. Até agora, não enviou resposta.

Recentemente, a direção do Palmeiras não entrou em acordo com funcionário da DIS que cuidava da renovação de contrato do volante Souza. José Carlos Brunoro, diretor executivo do clube, chegou perto de um acordo, mas depois o presidente Paulo Nobre disse que o valor pedido pelo agente estava fora da realidade palmeirense.

Leia abaixo a ação inicial formulada pela DIS na Justiça.

 


Palmeiras oferece penhora de seu clube de campo em ação movida por Lincoln
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O Palmeiras ofereceu a sede de seu clube de campo, na Zona Sul de São Paulo, para penhora em ação movida pelo meia Lincoln na Justiça. O jogador alega uma dívida de aproximadamente R$ 4 milhões.

A afirmação do atleta é de que para jogar no alviverde ele bancou do próprio bolso a sua liberação junto ao Galatasaray e que, em 2009, a diretoria palmeirense se comprometeu a reembolsá-lo. Porém, o pagamento integral não foi feito.

Nesta quarta, os atuais advogados do clube ofereceram o imóvel como garantia, caso percam a ação. A Justiça aguarda o jogador se manifestar sobre a oferta para se posicionar, mas o Palmeiras contesta a dívida.

“Foi como se o Lincoln tivesse feito um empréstimo ao Palmeiras. Se a nova diretoria acha que a antiga fez um negócio ruim, isso não dá o direito de não cumprir o compromisso”, disse ao blog Claudio Hurgel Victor Leite, advogado do jogador.

“Conversei com o Lincoln, e dei a minha opinião. Aceitar um imóvel como esse é complicado porque existe o envolvimento de sócios do clube. Além disso, imóveis não são os primeiros bens levados em conta pela Justiça para serem dados como garantia. Receitas do clube, por exemplo, aparecem antes. Mas a decisão vai ser do jogador”, completou Leite.

A assessoria de imprensa do Palmeiras informou que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Segundo o advogado de Lincoln, o clube alega vendeu algo que não tinha: 50% de seus direitos econômicos, que pertenceriam ao Galatasaray.

“A tese é de que eles foram iludidos pelo Lincoln. Não dá para acreditar que uma instituição quase centenária tenha sido tão ingênua a ponto de ser enganada por um jogador”, afirmou Leite.

O blog obteve cópia do contrato assinado entre Lincoln e Palmeiras. O clube se comprometeu a pagar 1,5 milhão de euros em duas parcelas de 250 mil euros e outras duas de 500 mil euros. O documento afirma também que o jogador se responsabiliza por  “praticar todos os atos necessários” para a sua rescisão junto ao Galatasaray.

No documento também está escrito que o atleta adquiriu 50% de seus direitos que pertenciam ao time turco. A suspeita no Palestra Itália é de que o meia obteve sua liberação de graça e cobrou por isso. Leia abaixo, na íntegra, o contrato, que não menciona quantias pagas por ele ao Galatasaray.


Ação de ex-jogador Muller contra editora vira disputa trabalhista com São Paulo
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O comentarista e ex-jogador Muller entrou com uma ação para receber indenização por danos morais de uma editora que produz álbuns de figurinhas. Alegou não ter recebido pelo uso de sua imagem. Mas o caso acabou atingindo o São Paulo, seu ex-time.

A editora Panini se defendeu exibindo um contrato pelo qual o São Paulo autorizava a empresa a usar a imagem de seus jogadores.

 Assim, a juíza Monica de Cássia Thomaz Perez Reis Lobo, da 1ª Vara Cível de São Paulo, entendeu ser um caso trabalhista. Ou seja, Muller deve cobrar do São Paulo a indenização a que julga ter direito. Por isso ela remeteu o processo para a Justiça do Trabalho.

A decisão foi publicada nesta terça no Diário Oficial de São Paulo, sem o valor exigido por Muller. O blog telefonou para Kalil Rocha Abdala, diretor jurídico do São Paulo, mas ele não atendeu ao celular.


Conselho Fiscal cobra diretoria do Palmeiras por demora em ação contra Corinthians
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 Sobrou para a diretoria do Palmeiras a demora do STJ em julgar ação na qual o clube cobra mais de R$ 30 milhões do Corinthians. O caso envolve transferência do lateral Rogério em 2000.

Nesta segunda-feira, o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) cobrou da diretoria uma série de documentos. Entre eles, pediu um relatório sobre a ação na Justiça. Alguns dos “cofistas” davam o processo como ganho. E queriam saber o motivo para o Palmeiras não pressionar o rival a pagar.

“Não podemos receber simplesmente porque o caso ainda não foi julgado. Falta uma decisão final do STJ”, disse ao blog Piraci de Oliveira, diretor jurídico palmeirense.

Mas há também no COF quem reclame de que o Corinthians trabalha nos bastidores para adiar o julgamento em Brasília. E de que o Palmeiras não consegue reverter a situação. A diretoria, porém, descarta existir tal situação.

A demora causa ansiedade no Palestra Itália porque em março a diretoria dizia esperar o julgamento já em abril.

Rogério se desligou do Palmeiras por meio de uma ação na Justiça do Trabalho, sem nada pagar ao Palmeiras. Depois acertou com o Corinthians.

Além do caso Rogério, membros do COF cobraram a diretoria para apresentar contratos e nomes dos investidores envolvidos nas contratações de Wesley e Henrique. Querem também cópias dos acordos com o banco Banif e a patrocinadora Kia.

Os “cofistas” dizem que há uma caixa-preta a ser aberta no clube. “Nunca nos negamos a mostrar nada. Os documentos estão à disposição de todos os conselheiros. Basta ir ao departamento financeiro e pedir para ver”, disse Piraci


Irmão de Ronaldinho deseja processar Fla após exame inexistente
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Se depender da vontade de Assis, o Flamengo não vai escapar de um processo por danos morais movido por Ronaldinho. O blog apurou que esse é o desejo do irmão e agente do meia-atacante, apesar de ele se recusar a falar sobre o assunto.

“Quem cuida disso são os nossos advogados”, se limitou a dizer ao ser questionado por mim sobre o assunto. Apesar de se esquivar, ele já manifestou a interlocutores entender ser preciso dar uma resposta dura ao Fla.

Assis está indignado com a atitude do vice jurídico do clube, Rafael de Piro. Ele afirmou que tinha um exame comprovando que Ronaldinho treinou embriagado. Mas o cartola voltou atrás após o departamento médico negar a informação.

Deixar o episódio em branco iria contra a postura que Assis costuma ter em disputas envolvendo seu irmão, como mostra a decisão de acionar a Justiça para tirar o jogador do rubro-negro, depois de seguidos atrasos nos pagamentos.