Técnico do Palmeiras é criticado até por ser favorável à contratação de Adriano
Perrone
As recentes declarações de Gilson Kleina sobre o desejo de contar com Adriano se voltaram contra o treinador. Após a derrota por 6 a 2 diante do Mirassol, o episódio é usado como prova de que o técnico “não entende o que é trabalhar num grande cube”.
A alegação é de que Kleina não percebeu que ao abrir portas para Adriano estaria aumentando a insatisfação de jogadores descontentes com atrasos nos pagamentos. Seria uma ofensa falar em investir num astro como o Imperador enquanto os atletas não recebem em dia. O dirigente remunerado José Carlos Brunoro também foi criticado por não conter o movimento pró Adriano.
“Sabemos que se ele quiser faz toda a diferença. Quem sou eu para não estender a mão para um homem, um grande jogador”, afirmou Kleina na ocasião.
O blog ouviu seis conselheiros. Cinco disseram serem favoráveis a troca de técnico e um pediu uma avaliação do trabalho após o clube encerrar sua participação na Libertadores. Entre os consultados, apenas um não votou em Paulo Nobre.
Kleina também é detonado por supostamente não ter pulso para controlar o vestiário, falhar na armação tática e substituir mal.
Contratado pelo ex-presidente Arnaldo Tirone, Gilson não era o treinador dos sonhos de Nobre, mas o dirigente optou por sua manutenção ao vencer a eleição. Pouco depois, ao ouvir do conselheiro José Corona sugestão para trocar de técnico, o cartola respondeu que estava muito impressionado com o trabalho de Kleina.
