Blog do Perrone

Arquivo : Vanderlei Luxemburgo

Opinião: Luxa age como iniciante desesperado ao expor jogadores
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Em sua entrevista coletiva após a derrota do Sport por 5 a 0 para o Grêmio neste sábado, Vanderlei Luxemburgo nem parecia um dos técnicos mais experientes e vitoriosos do país. Ao expor jogadores dando a entender que há gente fazendo corpo mole e ao jogar nos ombros de seus comandados o peso do fracasso, Luxa agiu como um iniciante inábil e com medo de perder o emprego.

O principal erro foi se arriscar a perder a confiança do elenco depois de espinafrar jogadores sem dar nome aos bois e deixar todos sob suspeita com declarações como sobre levar para as partidas só jogadores que se doarem 100% e que o que está errado não pode ser o técnico outra vez.

Dá pra acreditar que os atletas manterão a obediência e o respeito ao treinador depois dessas estocadas? Dizer que o problema não pode ser o treinador é ao mesmo tempo entregar a cabeça de seus comandados para a torcida e deixar a impressão de desespero diante do risco de perder o emprego.

A afirmação de que não estava mandando recado para o grupo porque já havia dito o mesmo no vestiário é uma transgressão ao código de comportamento informal tanto usado pelos treinadores e que prega que tudo deve ser resolvido no vestiário.

Outro erro de Luxemburgo foi desvalorizar sua imagem com gestos que nada tem a ver com o carimbo de modernidade que ele sempre tentou estampar em seu perfil. Sua fala foi uma das mais retrógradas ouvidas no Brasileirão deste ano. Chega a ser triste para o futebol nacional ter um ex-treinador de seleção brasileira e do Real Madrid demonstrando tanto desrespeito em relação aos jogadores e desespero num momento que deveria saber tirar de letra.


Presidente do Santos tenta convencer Dorival de que não existem ‘sombras’
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O presidente do Santos quer aproveitar os dias de convivência com Dorival Júnior no Peru para tentar convencer o treinador de  que a sombra de Vanderlei Luxemburgo ou de outro técnico não ronda a Vila Belmiro.

Modesto Roma Júnior pretende conversar muito com Dorival antes da partida desta quinta contra o Sporting Cristal, pela Libertadores, com a intenção de acalmar o treinador que, como noticiou o UOL Esporte, acredita que há um trabalho de pessoas no clube para promover o retorno de Vanderlei Luxemburgo.

“Enquanto eu for presidente, o Luxemburgo não trabalha no Santos. Acho que a época dele já passou. Não existe treinador melhor do que o Dorival disponível no mercado”, afirmou Modesto ao blog.

Ele deve repetir esse discurso ao técnico, além de já ter dito algo semelhante para o empresário de Dorival, Edson Khodor, que procurou o dirigente para saber se procedia o interesse em Luxa.

No caso específico de uma troca por Luxemburgo, o blog apurou que Modesto tem usado o discurso de que nem Marcelo Teixeira, ex-presidente e alinhado com o atual mandatário defende o retorno do treinador, com quem trabalhou no clube.

Apesar da defesa feita por Modesto, Dorival recebe muitas críticas de conselheiros situacionistas. Também na contramão do discurso do presidente, conforme mostrou o UOL Esporte, Levir Culpi está no radar do alvinegro.


Nem salário abaixo do teto reduz resistência de Andrade a lobby por Luxa
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Roberto de Andrade é o principal obstáculo para o lobby feito por alguns conselheiros e amigos de Vanderlei Luxemburgo pelo retorno do treinador ao Corinthians já ou ao final do Brasileirão.

Como parte da campanha, os defensores de Luxemburgo afirmam que ele aceitaria ganhar bem menos do que os R$ 430 mil mensais que eram pagos a Tite, sem contar bônus milionários a que o atual treinador da seleção brasileira tinha direito em caso de títulos. Essa quantia é o teto estipulado pelo departamento financeiro alvinegro para um novo técnico.

O argumento, porém, não mudou a opinião do presidente corintiano. O blog apurou que ele é um dos que mais rejeitam o nome de Luxemburgo. Entre os motivos para a rejeição estão os maus resultados recentes obtidos por Luxa e o fato de ele normalmente pedir reforços de peso, o que vai na contramão da política de redução de custos do clube.

Quem argumenta a favor de Luxemburgo diz que o técnico precisa do Corinthians para voltar a se destacar e que por isso estaria disposto a aceitar todas as regras impostas pela diretoria. Porém, a resistência de Andrade não caiu, e a chance de uma reviravolta é remota.

Neste momento, Osvaldo de Oliveira, do Sport, e Eduardo Baptista, da Ponte Preta, são os nomes mais fortes. A efetivação de Fábio Carille após dezembro não é levada em conta hoje já que a diretoria entende que o time precisa de um técnico mais experiente.


Oswaldo de Oliveira e Baptista são os nomes mais fortes no Corinthians
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Eduardo Baptista, da Ponte Preta, e Oswaldo de Oliveira, do Sport, são hoje os nomes mais fortes para assumir o cargo de técnico do Corinthians. Roger Machado, ex-Grêmio, perdeu força, porém a direção não descarta ninguém, nem Vanderlei Luxemburgo, com enorme rejeição no Parque São Jorge.

A ideia inicial dos dirigentes é manter o auxiliar Fábio Carille até o final do ano, mas a pressão de conselheiros para que a troca já seja feita é grande.

Baptista tem a seu favor o bom trabalho atual na Ponte Preta e o fato de ser visto como um técnico com potencial para crescer em um clube com a estrutura do Corinthians. Contra ele, porém, pesa a falta de uma experiência vencedora em um grande time.

Rodagem é justamente o que mais fortalece Oliveira. É grande a corrente no clube que entende ser fundamental a contratação de um treinador experiente para lidar com a pressão interna e principalmente da torcida. Mas nessa ala Oswaldo enfrenta resistência por não ter um título recente.

Favorito da torcida assim que Cristóvão Borges foi demitido, Roger é rotulado como inexperiente pelos que defendem um treinador mais rodado.

Pressionada, e com os nomes de Oswaldo e Baptista no topo da lista, a direção alvinegra quer abafar o assunto para negociar em sigilo com quem escolher, enquanto espera que Carille consiga acertar o time.


Luxemburgo tem maior rejeição entre ‘candidatos’ a técnico do Corinthians
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A ideia de contratar já um treinador mais experiente do que o ex-auxiliar Fábio Carille ganha cada vez mais força no Parque São Jorge. A contratação é considerada vital para que o time consiga uma vaga na próxima Libertadores.

Da mesma forma com que essa certeza cresceu nos últimos dias, aumentou na diretoria a resistência ao nome de Vanderlei Luxemburgo, que tem lobby por ele no Parque São Jorge, assim como têm Roger Machado e Eduardo Baptista.

Dos três, Luxa é o que enfrenta a maior rejeição. Principalmente por causa de seus maus resultados recentes, da fama de treinador caro e que costuma pedir reforços de peso.

Os que defendem sua vinda afirmam que na tentativa de dar um novo impulso na carreira ele aceitaria um contrato com salário modesto para os padrões dos principais clubes brasileiros e sem o desejo de grandes contratações.

Porém, esses argumentos até agora não decolaram e Luxa pode ser considerado azarão na disputa, sem ser descartado até o momento.

Roger Machado, por sua vez, tem como vantagem sobre Baptista o fato de estar desempregado. Em tese, sua contratação seria mais fácil do que a do colega, que tem vínculo com a Ponte Preta.


Dunga líder? Sim, em ranking de frases marcantes de técnicos da seleção
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O blog comparou a triste afirmação de cunho racista feita por Dunga antes da eliminação diante do Paraguai com declarações de outros treinadores da seleção brasileira, e montou, de maneira opinativa, um ranking das mais marcantes.

O critério usado não foi o tamanho da bobagem dita, porque nem todas se tratam de besteira. Isso explica uma frase corajosa de João Saldanha estar entre as duas grosserias de Dunga. Contaram o impacto e a importância histórica das afirmações. Veja a lista abaixo.

1 “Até acho que sou afrodescendente de tanto que apanhei e gosto de apanhar. Os caras olham para mim: ‘Vamos bater nesse aí’. E começam a me bater, sem noção, sem nada. ‘Não gosto dele’ e começam a me bater”.

Dunga, ao comparar a pressão na seleção de hoje com a existente 1994, quando foi campeão do mundo como jogador.

2“O presidente escala o ministério dele, eu escalo o meu time”.

João Saldanha, em resposta ao general Emílio Garrastazu Médici, em plena ditadura militar. O presidente queria a convocação do atacante Dadá Maravilha.

3 “Puto, cagão, tu é cagão”.

Dunga, sussurrando ao microfone para xingar Alex Escobar, da Globo, durante entrevista coletiva na Copa da África.

4 – “Tivemos seis minutos de pane.”

Luiz Felipe Scolari, explicando a derrota por 7 a 1 para a Alemanha na Copa de 2014.

5“Nós somos os campeões morais”.

Claudio Coutinho, após conquista do terceiro lugar, invicto, na Copa de 1978, que teve suspeita de manipulação de resultado na vitória da Argentina por 6 a 0 sobre o Peru. Agoleada tirou o Brasil da final.

6“Gol é um detalhe”

Carlos Alberto Parreira, antes da Copa de 1994

7 – “Vocês vão ter que me engolir.”

Zagallo, após conquistar o título da Copa da América de 1997

8“Eu vou fazer as coisas do meu jeito. Não gostou? Vai para o inferno.”

Luiz Felipe Scolari, ao justificar conversa polêmica que teve com um seleto grupo de jornalistas durante a Copa de 2014.

 9“Pobre é assim mesmo, não gosta de quem vem debaixo e sobe na vida”.

Vanderlei Luxemburgo, em entrevista à “Revista ISTOÉ”, ao explicar críticas da torcida a ele.

 10 – “Meu grande erro foi ter acreditado que a Copa das Confederações não valia nada. No final, acabou valendo muito”.

Emerson Leão, após ser demitido ao fracassar na Copa das Confederações de 2001

 


Luxa, Abílio Diniz e Roberto Justus. Até eles têm a ver com a crise do SPFC
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O Morumbi ferveu na véspera do decisivo duelo do São Paulo contra o San Lorenzo na Argentina, nesta quarta. A agitação começou por causa dos reflexos da reunião do Conselho Deliberativo do clube, na segunda. Palpites sobre o futuro do time em caso de fracasso na Libertadores, e uma reunião com a presença dos empresários Abílio Diniz e Roberto Justus completaram o cenário crítico.

Veja abaixo quem deu o que falar no São Paulo nesta terça.

Vanderlei Luxemburgo – A proximidade do jogo com o San Lorenzo intensificou a discussão sobre o que fazer se Muricy Ramalho pedir demissão ou for demitido depois da Libertadores. A onda de incertezas fez Luxa ganhar forte lobby de um conselheiro com acesso a Carlos Miguel Aidar. Ele tenta angariar o apoio de aliados do presidente para convencer o cartola de que o técnico do Flamengo é o nome certo, se Muricy sair.

Roberto Justus – O empresário e apresentador de TV é consultor do Conselho Consultivo do São Paulo. Na reunião do órgão nesta terça, Justus desandou a elogiar o atual contrato do clube com a Globo, que ele ajudou Juvenal Juvêncio a assinar. Ataíde Gil Guerreiro, vice de futebol, surpreendeu dizendo que o acordo é péssimo. Foi constrangedor. Justus não gostou, e rebateu. Por fim, Ataíde afirmou que o empresário não é o grande culpado pelo contrato, responsabilizando Juvenal. A reação do vice se justifica. Quando atuava no Clube dos 13, ele foi contra o modelo atual, negociado separadamente com a emissora. Defendia um acordo coletivo.

Abílio Diniz – Também consultor, o empresário participou da reunião do Conselho Consultivo. Ele afirmou que conversa com membros da comissão técnica e jogadores do São Paulo frequentemente. Logo conhece os reais problemas da equipe. Em seguida, o figurão se colocou à disposição para ajudar o vice de futebol a deixar a casa em ordem. Diniz, no entanto, não é visto com bons olhos por aliados de Aidar, que o consideram alinhado com Juvenal.

Carlos Augusto de Barros e Silva – Mais conhecido como Leco, o presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo foi um dos protagonistas da turbulência. Na reunião na noite anterior, ele externou queixas contra Aidar. Disse aos conselheiros que foi censurado pelo presidente por não aceitar colocar em análise contratos assinados durante a gestão de Juvenal Juvêncio. Para Leco, o Conselho deve se preocupar com os acordos definidos pela atual gestão. Ele também afirmou que Aidar aprovou os contratos de Juvenal e chamou o mandatário de mentor da manobra que JJ fez para esticar sua permanência no poder. Para a diretoria, as palavras de Leco soaram como uma declaração de guerra. E ele passou a tarde toda sendo atacado internamente por situacionistas.

 


Voltas de Felipão, Luxa e Dunga indicam que cartolas não aprendem com 7 a 1
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A humilhante derrota da seleção brasileira por 7 a 1 para a Alemanha poderia ter sido o ponto de partida para o futebol brasileiro sse renovar, para os dirigentes olharem para frente, pensarem no futuro, inovarem. Mas o efeito parece ter sido o contrário. De lá para cá, o saudosismo comum aos cartolas do país parece só ter aumentado.

Dunga voltou à seleção brasileira sob o slogan de que ganhou quase tudo em sua primeira passagem. Como se a Copa do Mundo fosse só um torneio a mais.

Vanderlei Luxemburgo retornou ao Flamengo, que o resgatou do ostracismo, apostando no treinador que já teve outras três passagens pela Gávea.

Nesta terça foi a vez de o Grêmio olhar para trás e buscar Luiz Felipe Scolari. Fábio Koff, presidente gremista, deve ter mais frescos na cabeça os títulos de Felipão pelo clube na década de 90 do que a goleada de 7 a 1 aplicada pelos alemães no Brasil há menos de um mês.

A direção do Grêmio mostra falta de ousadia e criatividade para buscar alguém que represente inovação ou de coragem para manter Ederson Moreira. E, sem querer pode ter jogado o amigo Felipão numa armadilha. Afinal, voltar para a segurança de casa não é o mais recomendável para quem precisa sair de sua zona de conforto em busca de evolução. Prova disso é o fato de Scolari ser aplaudido na entrevista coletiva em sua apresentação ao Grêmio no momento em que minimizou o desastre da seleção na última Copa do Mundo.

Ao aceitar o convite, Felipão dá sinais de que reciclagem e período sabático não aparecem em seu vocabulário. Porém, certamente continuarão presentes no discurso do técnico teorias conspiratórias, inimigos mortais, união, emoção, amizade, vontade, identificação… Tudo que não funcinou com a seleção brasileira no Mundial de 2014.

O retorno de Scolari também mostra como a política ainda prevalece sobre critérios técnicos no futebol brasileiro. Sua chegada ao Grêmio soa como campanha de Koff à reeleição. Assim como a demissão de Mano Menezes, que abriu as portas para Scolari voltar à seleção, teve uma dose política. Mano havia sido colocado no cargo por Andrés Sanchez, atualmente opositor na CBF.

Do jeito em que voltar ao passado está na moda, Dunga que se cuide. Vai que a seleção começa a tropeçar, Felipão conquista um título no Grêmio e passa a ser lembrado de novo como técnico campeão do Mundo em 2002 e agora quarto colocado no Mundial de 2014, mas não pelos 7 a 1?

 


Mustafá se vê usado na escolha de novo técnico do Palmeiras
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Segundo conselheiros do Palmeiras, o ex-presidente Mustafá Contursi vetou a contratação de Vanderlei Luxemburgo por considerar o treinador caro demais. Em entrevista ao blog, no entanto, ele negou interferência na escolha do substituto de Gilson Kleina. Leia abaixo.

Qual sua posição sobre a escolha do próximo treinador do Palmeiras?

Não tenho preferência e nem indicação. É problema de ordem administrativa. É que sou figurinha carimbada. Talvez quando alguém queira provocar uma situação me coloque no meio do furacão. Talvez pra dizer: “não vou trazer porque ele não quer”. Ou: “vou trazer porque o Mustafá não quer, vou mostrar que eu mando”. Não tenho nada com isso.

Mas o COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) deixou claro que é importante pagar o mesmo que a antiga comissão técnica ganhava.

Não discutimos isso. Discutimos todo mês que o clube continua aumentando seu endividamento e não temos como suportar essa situação. É mais uma coisa que é feita ao contrário das minhas opiniões pra mostrar que eu não tenho nenhuma importância no clube. Faz sete oito anos que estou advertindo que o clube está indo para um caminho sem volta pelo seu endividamento e pela queda de receitas. Mas continuam aumentando o endividamento. Se eu tivesse tanta influência para escolher treinador, estaríamos equilibrados financeiramente.

Dá para fazer redução drástica de despesas e ter um time competitivo?

Não se gasta só no time. Não sei quanto existe de desperdício num monte de gente, num monte de contratos de serviço. Onde tem 30 elementos, talvez funcione só com um numa emergência. Precisa ter um plano de emergência. Você lembra quando eu sofria ataques fantásticos? Um deles vinha por parte desses histéricos que levaram o clube à essa situação vergonhosa e eles estão por lá, gravitando até hoje. Para desmoralizar os meus princípios de administração, eles diziam que o clube não é banco para ter dinheiro aplicado. Dinheiro é para gastar, diziam. Isso estava aí na internet, colocado por esses anônimos que estão aí até hoje. Agora é pior porque somos banco para pagar R$ 20 milhões de juros por ano. O que seria mais recomendável: ter recursos para poder se impor nas negociações ou agora, de chapéu na mão, sair pedindo favores? Esses caras estão até hoje por aí, formando opinião, com os mesmos sites, com os mesmos pseudônimos, com as mesmas siglas, UVB, 3VB, Palmeiras Todo Dia, Pró-Palmeiras. Eles não admitem a desgraça que causaram ao clube com suas opiniões.


Sombras de Mano e Luxa provocam turbulência em Corinthians e Palmeiras
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Ao mesmo tempo, os rivais Corinthians e Palmeiras sofrem com o fantasma de treinadores desejados por parte de seus cartolas: Mano Menezes e Vanderlei Luxemburgo, respectivamente. Isso apesar de as  diretorias negarem o interesse.

Nos dois casos, a situação gera turbulência nos bastidores. Tanto cartolas corintianos como palmeirenses avaliam que os comentários de que serão substituídos no final do ano pode ter tirado o foco de seus técnicos atuais, afetando o trabalho deles.

Mário Gobbi afirma de maneira incisiva que quer a renovação do contrato de Tite. Porém, interlocutor do presidente disse ao blog que há gente próxima ao cartola trabalhando por Mano Menezes (e sendo ignorada por enquanto) ainda em 2013.

Gobbi, Andrés e funcionários do clube são amigos de Mano, o que aumenta o tamanho do fantasma. O blog apurou que ná última quinta cartolas alvinegros discutiram uma forma de demonstrar para Tite que não há uma manobra para colocar o ex-treinador da seleção em seu lugar.

No Palmeiras, a certeza de que há uma campanha para que Luxemburgo assuma o time em 2014 domina diferentes grupos de conselheiros. Gente com trânsito no vestiário palmeirense nota desânimo na comissão técnica. Afinal, Gilson Kleina e seu estafe roem o osso na segunda divisão, mas não receberam indicação de que vão saborear o filé na Série A.

A diretoria do Palmeiras, por meio de sua assessoria de imprensa, diz que o nome de Luxemburgo “nunca foi colocado em pauta, em nenhum momento nesta gestão”. Sobre o técnico para 2014, no entanto, afirmou ser questão interna.

Mesmo com a negativa da direção, críticos de Luxemburgo se mobilizam. Já existem conselheiros dispostos a fazer um levantamento de jogadores caros indicados pelo treinador em sua passagem anterior. O argumento é de que o clube não tem saúde financeira para imprimir o mesmo ritmo financeiro.