Blog do Perrone

Arquivo : novembro 2014

MP não quer jogo com risco de rebaixamento em arena do Palmeiras
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O promotor Paulo Castilho, do Ministério Público de São Paulo, encaminhou na última quinta ofício para a CBF pedindo que a partida entre Palmeiras e Atlético-PR, no próximo dia 7, não seja na nova arena palmeirense por questões de segurança. Isso caso o time alviverde ainda tenha risco de ser rebaixado. Ele teme a revolta dos torcedores locais, se a queda acontecer.

Porém, se vencer o Internacional no sábado, e o Vitória perder para o Flamengo, no mesmo dia, o Palmeiras chegará à última rodada do Brasileirão livre da Série B.

Entre os argumentos de Castilho para pedir a mudança estão os fatos de a arena palmeirense não ter grade ou fosso separando o gramado dos torcedores. No documento, ele afirma que, se o local for mantido, há o risco de “revivermos o trágico episódio do estádio Couto Pereira no dia 6 de dezembro de 2009”. Naquela ocasião, revoltada com a queda do Coritiba, a torcida do Coxa protagonizou atos de vandalismo.

Caso a mudança não seja feita, o promotor pede que seja tomadas providências, como acomodar a torcida organizada do Palmeiras numa área superior do estádio e cercar o gramado com policiais e cães. No entanto, Castilho lembra que tais medidas não tiram a responsabilidade civil, criminal e desportiva dos envolvidos na organização do jogo, caso algo dê errado.

“O dever do Ministério Público é alertar e prevenir. A Polícia Militar já manifestou apoio à ideia, e acredito que a CBF vai fazer a alteração”, declarou Castilho. Segundo ele, a mudança de local, ainda que seja definida só na próxima segunda, não vai ferir o Estatuto do Torcedor. “A única exigência do estatuto é que a venda de ingressos comece até 72 horas antes do jogo”, disse ele.

De acordo com o estatuto, poder público, entidades esportivas, como a CBF, e clubes são responsáveis pela segurança nos estádios.

Além de José Maria Marin, presidente da CBF, Paulo Nobre, do Palmeiras, e Marco Polo Del Nero, da Federação Paulista, também receberam o documento.


Time ruim? Brunoro fica? Veja 10 discussões da eleição palmeirense
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Abaixo, dez temas que embalam a disputa eleitoral no Palmeiras. A eleição em que os sócios vão escolher entre o atual presidente, Paulo Nobre, e o opositor Wlademir Pescarmona, acontece no próximo sábado.

1 – Timeco?

A qualidade da equipe montada pela atual diretoria é uma das principais armas da oposição. “O Mustafá criou o bom e barato, agora apoia o Nobre, que fez o time ruim e caro”, diz o conselheiro José Corona Neto. Ele votou no atual presidente, mas virou opositor.

2 – Obrigação?

Pagar salário em dia virou trunfo de correligionários de Nobre. Eles afirmam que o presidente não atrasou pagamentos aos jogadores. Sua reeleição seria a garantia de que o mês continuará tendo 30 dias.

3- Tomara que caia?

As últimas derrotas palmeirenses aumentaram o risco de queda para a Série B. E a oposição passou a usar uma declaração de Nobre dada à “Revista Placar” na qual ele diz: “Não acho certo eleger presidente que caiu”. O cartola se referia a Mustafá Contursi. O áudio foi divulgado em reportagem do site da “Espn”.

4 – Cervejinha?

Nos últimos dias fez sucesso na situação um vídeo postado no Youtube em que Pescarmnona diz que está “meio de fogo”. Em mensagem para os sócios, sem citar o episódio, o oposicionista afirmou que não falaria sobre o que dizem a respeito de Nobre nas redes sociais.

5 – Sérgio do Prado renasce?

O departamento jurídico do Palmeiras contratou recentemente a ex-secretária de Sérgio do Prado, ex-gerente de futebol e com grande rejeição entre conselheiros. Quem não gosta dele reclamou e a oposição diz que é um indício de que Prado pode voltar. A diretoria, por meio de sua assessoria de imprensa, confirma a contratação da secretária, mas nega que o ex-gerente possa retornar.

6 - Brunoro imortal?

Os oposicionistas afirmam que, se o presidente for reeleito, o principal executivo contratado por Nobre pode permanecer no clube, ainda que fora do futebol. Cogitam sua ida para o departamento de marketing. Os situacionistas declaram que ele sairá do Palmeiras. Oficialmente, a direção diz que todos serão avaliados ao final da gestão.

7 - Padrão Fifa?

Parte dos sócios que não conseguiram bilhetes para a inauguração da arena palmeirense ficou revoltada e diz que não votará em Nobre como represália.

8 - Brincadeira?

Alguns sócios do clube dizem que Nobre fez poucas obras na parte social, mas que no período eleitoral reformou um parquinho. Reclamam que o material usado em alguns brinquedos esquenta demais com o sol, incomodando as crianças. Essa turma alega que não votará no presidente porque está descontente com as dependências do Palmeiras.

9 - Milhão ou tostão?

De um lado, entusiastas de Nobre dizem que o presidente do clube precisa ter uma vida financeira tranquila e crédito na praça, como o atual mandatário. Ele emprestou cerca de R$ 150 milhões ao Palmeiras. Para esse grupo, é uma grande desvantagem Pescarmona não poder fazer o mesmo. Já os opositores respondem que Nobre nasceu em berço de ouro, não precisou ralar e é juvenil como administrador. ”Há os que me atacam por ser humilde. Por ter uma empresa média, que graças a Deus, permitiu que sustentasse minha família com honestidade. Ser rico não garante sucesso”, afirmou o opositor em mensagem enviada aos eleitores.

10  - Quem é o pai?

Situacionistas afirmam que Aldo Rebelo quer pegar carona na Copa Rio de 1951, reconhecida pela Fifa como o primeiro torneio de abrangência mundial entre equipes da Europa e da América do Sul. O ministro do Esporte apoia Pescarmona. Recentemente, o ministério anunciou que recebeu documento da federação internacional confirmando o torneio como primeiro Mundial de Clubes. O ministro cita a competição em vídeo de apoio a Pescarmona. O troco da situação é apontar Mustafá, aliado de Nobre, como mentor do pedido do reconhecimento.


De saída, cartola corintiano encara ‘Operação renuncia Gobbi’
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Apesar de estar em final de mandato, Mário Gobbi enfrenta um movimento de associados do Corinthians que pede a sua renúncia. São cerca de 40 sócios que confeccionariam camisetas e estenderam uma faixa no ginásio do clube para pedir que o presidente renuncie. Há também entre eles associados que são ao mesmo tempo sócios de torcida organizada. Gobbi deixará o cargo em fevereiro, quando acontece a eleição presidencial corintiana. Por isso, os manifestantes sabem que ele não irá renunciar. Mas o grupo entende que o protesto é importante para demonstrar insatisfação e já pressionar o sucessor de Gobbi a atender suas reivindicações.

Faixa colocada no ginásio do Corinthians por sócios

Faixa colocada no ginásio do Corinthians por sócios

Uma das principais queixas é de que o atual presidente permitiu o que eles chamam de elitização nos jogos do clube com ingressos salgados, deixando Andrés Sanchez controlar a arena corintiana como bem entendesse, sem questionamentos ou freios. Também criticam Gobbi por demorar para fazer a renovação do elenco campeão Mundial e da Libertadores, por não brecar o “fatiamento” dos jogadores das categorias de base e pela crise financeira vivida pelo clube, apesar de ela ter nascido bem antes da atual administração. Por meio da assessoria de imprensa do Corinthians, Gobbi disse que não se manifestaria sobre as críticas. d

Camiseta encomendada por grupo de associados

Camiseta do movimento


Corinthians vira exemplo para Cruzeiro reformular time bicampeão
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A diretoria do Cruzeiro está segura de que precisa reformular o elenco vencedor dos dois últimos Brasileiros e vice-campeão da Copa do Brasil. A ideia é negociar dois ou três titulares para equilibrar as finanças do clube e arejar o time.

O exemplo do Corinthians campeão da Libertadores e Mundial em 2012 é usado no atual bicampeão nacional para justificar a estratégia. O alvinegro se desfez de Paulinho seis meses depois do título no Japão, mas manteve a maioria do time em 2013 e viu seu rendimento despencar.

Além de precisarem de dinheiro, os cruzeirenses querem evitar que o envelhecimento do elenco provoque queda de rendimento. Também lutam contra uma inflação na folha salarial, já que após dois anos no topo é natural que jogadores reivindiquem aumentos, principalmente se receberem propostas de outros clubes. Situação parecida aconteceu com Sheik. Depois de brilhar em 2012, o corintiano recebeu sondagens de concorrentes, mas renovou contrato e passou a receber R$ 520 mil mensais. Depois, ele não justificou o alto salário. Acabou emprestado para o Botafogo, de onde foi dispensado, com o Corinthians pagando metade do salário.

Para engordar seus cofres, o time celeste precisa se desfazer jogadores jovens, que valem mais. No clube mineiro, os cartolas avaliam que Éverton Ribeiro, contratado até dezembro de 2017, é o atleta com maior potencial de venda. No entanto, o dinheiro gerado pela negociação teria que ser repartido com parceiros. O Cruzeiro tem 60% dos direitos econômicos de Ribeiro. Outro avaliado como capaz de produzir uma boa negociação é Ricardo Goulart, que também é “fatiado”.


Ele arruma grana e empresta até avião. Conheça o ‘paizão’ do Cruzeiro
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Após uma difícil negociação, o Cruzeiro acerta o preço para fechar mais uma contratação. Porém, precisa do dinheiro rapidamente para não correr o risco de ver o pretendido ir parar em outro time. Mas o que fazer se levantar milhões numa instituição financeira não é simples, nem sempre o clube interessado tem crédito e os juros são ameaçadores? Basta telefonar para Pedro Lourenço de Oliveira, o principal colaborador cruzeirense atualmente. Foi isso que a diretoria fez várias vezes para montar o time que acaba de conquistar seu segundo título brasileiro consecutivo.

Pedrinho dos Supermercados BH, como é conhecido o sócio-diretor da rede que lhe rendeu o apelido, é conselheiro cruzeirense, apesar de ter sido vice-presidente do Vila Nova-MG, e montou um império em seu ramo.

“Faz muita diferença ter uma pessoa como o Pedro ajudando. Às vezes você precisa de dinheiro rápido para uma contratação e ele consegue isso. Sempre que precisamos, pedimos ajuda para o Pedro, que nunca negou”, disse ao blog Gilvan de Pinho Tavares, presidente do Cruzeiro. “O Palmeiras conta com um presidente que tem condições e empresta para o clube, nós temos o Pedro”, completou o cartola.

No entanto, o dirigente não revela quais os atletas que Pedrinho ajudou a contratar, nem entrega quanto o clube deve para o conselheiro, mas diz que paga juros inferiores aos praticados no mercado. “Ele não empresta pelos juros, é para ajudar mesmo. Nós é que fazemos questão de pagar juros para o Pedro não ter prejuízo”, afirmou Gilvan.

Entre os principais empresários do futebol brasileiro, o comandante da rede mineira de supermercados é visto como um investidor que tem fatias de atletas cruzeirenses. Mas Gilvan nega que hoje ele tenha parte dos direitos econômicos de jogadores. “Outras diretorias pediram para ele comprar porcentagens, mas hoje o Pedro não tem nada. Ele ajuda o clube”.

E a colaboração não é só com dinheiro vivo. “Uma vez, não conseguia voo para ir a uma defesa do Cruzeiro no STJD, no Rio. Liguei, pedi o avião dele e ele emprestou imediatamente”, contou Gilvan.

Pedro também fez várias parcerias comerciais com o clube. Sua empresa aparece nos painéis exibidos durante entrevistas coletivas dos cruzeirenses, já estampou a camisa da equipe, foi uma das patrocinadoras do time de vôlei , e o empresário teve lojas de produtos oficiais do time.

O envolvimento e a gorda conta bancária fazem com que Pedrinho seja cotado por conselheiros cruzeirenses para substituir Gilvan, que tem mandato até 2017. Mas o atual presidente diz que o empresário ainda não terá tempo para assumir o cargo quando a próxima votação chegar. A rede, que começou com um supermercado fundado por Pedro em 1996, tem mais de 120 unidades em Minas Gerais. “Um dia, certamente, ele será dirigente do clube, mas o Pedro já me confidenciou que não poderá ser na próxima eleição”, afirmou Gilvan.

Até lá, Pedro seguirá ouvindo constantemente o som de moedas tilintando que o computador de sua sala emite cada vez que a cadeia de supermercados atinge R$ 1 milhão em vendas, conforme mostrou reportagem na versão digital do jornal mineiro ‘Hoje em Dia”.


Santos prevê arrecadar R$ 47 milhões com venda de atletas em 2015
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Para não ter prejuízo em 2015, o Santos precisa arrecadar no ano que vem R$ 47 milhões com a venda de direitos econômicos de jogadores. Ao mesmo tempo, tem que gastar bem menos com a aquisição de reforços: por volta de R$ 9 milhões.

Os números estão no orçamento feito pelo Comitê de Gestão do clube para o próximo ano e que será votado em reunião do Conselho Deliberativo nesta terça.

O relatório também prevê uma arrecadação de R$ 33 milhões com patrocínios. Se o orçamento for seguido à risca, o alvinegro do litoral terminará 2015 com um lucro de aproximadamente R$ 700 mil.

Só que o documento, como acontece em todos os clubes, não indica que jogadores podem gerar a receita milionária, caso sejam vendidos. Além disso, o próximo presidente corre o risco de pegar o elenco já sem alguns atletas com bom potencial de venda. Isso porque, também nesta noite, o conselho decide se autoriza a diretoria a negociar direitos econômicos de atletas antes da eleição, marcada para 6 de dezembro. As negociações são vetadas em período eleitoral, justamente para não afetar o sucessor de Odílio Rodrigues.

Como comparação, em 2013, ano em que negociou Neymar, o Santos arrecadou R$ 62,4 milhões com a venda de jogadores. Em 2012, foram R$ 27,3 milhões.

 

 


Marcelo Oliveira vira referência e alvo de cobiça de cartolas brasileiros
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O Cruzeiro conquistou o bicampeonato brasileiro com uma fórmula simples, com ajuda de investidores para montar o time, mas também dando espaço para jovens formados em casa, caso de Mayke, e mantendo seu treinador, Marcelo Oliveira. Nesse cenário, o técnico cruzeirense é o principal legado deixado pelo bicampeão.

Oliveira entrou no pequeno clube dos treinadores brasileiros vistos como solução pelos cartolas dos principais clubes do país. Ele é o nome novo na lista que tem, principalmente, Tite, Muricy Ramalho, Vanderlei Luxemburgo, Mano Menezes e Abel Braga, nomes frequentemente lembrados por dirigentes em busca de treinador.

O cruzeirense virou referência. É citado por cartolas, como os de Corinthians, Santos e Palmeiras, que dizem ser o bicampeão um dos poucos técnicos no qual vale investir. Virou comum a frase: “Ou você gasta para trazer o Marcelo Oliveira ou aposta num técnico jovem”.

Assim, o Cruzeiro terá dificuldades para manter seu treinador, pois também não está disposto a gastar uma fortuna para cobrir eventuais propostas. Oliveira recebe atualmente R$ 450 mil mensais.


Andrés ‘adia’ novamente conclusão de obras do Itaquerão
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No último domingo, em entrevista para a TV Gazeta, Andrés Sanchez afirmou que as obras do estádio corintiano vão terminar até fevereiro ou março. A informação representa possibilidade de novo adiamento na conclusão da arena.

Em agosto, a assessoria de imprensa do Corinthians informou ao blog que todas as obras de responsabilidade da Odebrecht estariam prontas em dezembro. Na ocasião, afirmou também que as concessões de bares deveriam ser concluídas até janeiro.

Na última, terça, o blog encaminhou e-mail para a assessoria corintiana indagando sobre o novo prazo dado por Andrés, mas não obteve resposta.

A demora na conclusão do estádio preocupa a direção corintiana porque impede a exploração de todas as receitas que a arena pode gerar. Essa situação pode atrasar o término do pagamento da obra.

No entanto, na mesma entrevista, Andrés disse que o Corinthians pode quitar as dívidas referentes ao estádio em sete anos, apesar de ter 12 anos para pagar.


Após revelação, São Paulo abafa denúncias nas categorias de base
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Depois de Carlos Miguel Aidar falar publicamente sobre supostas irregularidades nas categorias de base do São Paulo, o clube tenta abafar o assunto. Na entrevista em que apresentou o novo executivo do departamento de futebol amador, Júnior Chávare, o presidente denunciou esquema de favorecimento a um empresário que não teve o nome revelado.

Segundo o dirigente, jogadores eram obrigados a assinar com o tal agente, se não acatassem a ordem seriam dispensados. Aidar afirmou ainda que 11 pessoas foram demitidas das categorias de base desde que assumiu a presidência.

No entanto, as declarações incomodaram dirigentes do clube, que aconselharam Aidar a não se manifestar mais publicamente. O objetivo é preservar a imagem do São Paulo e evitar processos por eventuais acusações feitas sem comprovação.

“Não sei de denúncia nenhuma, de irregularidade nenhuma, eu fiz as demissões por contenção de despesas”, disse ao blog Ataíde Gil Guerreiro, vice de futebol são-paulino. Porém, o blog apurou que a direção recebeu pelo menos uma denúncia feita por pai de um jovem das categorias de base. Ele disse que seu filho tinha sido obrigado por um treinador a assinar com determinado empresário.

Internamente, o problema é tratado como algo que aconteceu sem o conhecimento do ex-presidente Juvenal Juvêncio. Além de demitir quem estava envolvido, o São Paulo não tomará medidas judiciais sob a alegação de que pretende preservar os jovens afetados. Juvenal sempre negou irregularidades na base e enxerga motivação política em Aidar, que virou seu desafeto após sentar na cadeira de presidente.


Santos pede autorização de conselho para negociar atletas antes de eleição
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A diretoria do Santos colocou na pauta da próxima reunião do Conselho Deliberativo, dia 25 de novembro, um item polêmico. Ela determina que o órgão vote pedido de autorização para o Comitê de Gestão negociar jogadores às vésperas da eleição para presidente do clube.

Integrantes da oposição já se manifestaram contra a autorização, pois entendem que as negociações (compra e venda) devem ser feitas pela próxima diretoria, que terá seu presidente eleito no dia 6 de dezembro.

“O estatuto diz que em período eleitoral o comitê precisa dessa autorização justamente para evitar que a diretoria venda atletas para pagar dívidas urgentes, como 13º salário, e entregue um elenco enfraquecido para o próximo presidente. Por isso, vamos nos articular para não aprovar isso”, disse ao blog Orlando Rollo, um dos candidatos de oposição à presidência santista.

Na mesma reunião será apresentado relatório sobre investigação a respeito das carteirinhas de sócios do clube com nomes fictícios que teriam direito a voto. Em tese, o caso pode até culminar com o adiamento da eleição, abrindo uma discussão sobre quem fica no poder até lá.

Abaixo, leia a convocação da reunião.
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