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Inter corre risco de ser acionado por ex-parceira DIS, que cobra dívida milionária
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O Internacional corre risco de ser acionado na Justiça pela DIS, braço esportivo  do Grupo Sonda por conta de uma antiga dívida. O blog apurou que Delcir Sonda, dono da empresa e torcedor colorado, tem sido orientado por integrantes de seu estafe a cobrar o débito judicialmente.

Ex-parceira do clube, a empresa acredita ser credora em cerca de R$ 8 milhões. Apesar de sua preferência pelo Inter, Delcir decidiu deixar de investir no clube após a venda de Juan, no final de 2011. A DIS alega ter direito a 30% da negociação e que nada recebeu.

Sem o parceiro, o Inter  perdeu poder de fogo para contratar. Dedé, que interessava ao clube, teve 55% de seus direitos comprados recentemente pela DIS, mas a empresa tentou levar o zagueiro vascaíno para o Corinthians.

Ganso também interessava ao Colorado, mas foi parar no São Paulo por vontade da empresa, dona de parte de seus direitos.

Procurado pelo blog, o presidente do Inter, Giovanni Luigi, afirmou que não se manifestaria sobre o assunto. “Só respondo para o Delcir, que respeito muito. Essas outas pessoas da empresa são comissionadas e ficam fazendo intrigas. Não vou responder para elas”, declarou o cartola.

“Desconheço esse valor de R$ 8 milhões. Quando deixei o clube a dívida era de dois milhões”, afirmou  Vitório Pífero, ex-presidente do Inter.

Tags : DIS Inter


Inter de Milão planeja pagar salário menor para Paulinho no segundo semestre
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Desde o início das negociações para contratar Paulinho, a Inter de Milão sabia que o desejo do jogador é se transferir depois da Copa das Confederações. Para tentar convencer o volante a sair agora, os italianos deixaram claro que estão dispostos a pagar salário inferior ao que o atleta receberia para se transferir imediatamente.

A ideia da Inter é pagar 2,5 milhões anuais (R$ 6,7 milhões ),livres de impostos, se o jogador for contratado no segundo semestre. A proposta para ele se apresentar em janeiro era de 3 milhões de euros (R$ 8 milhões) por ano. Hoje, o atleta ganha cerca de R$ 6,5 milhões por temporada. Mas, ao contrário do que aconteceria na Itália, desse valor são descontados tributos.

Amigos do jogador afirmam que ele não se preocupa por estar confiante de que vai jogar (e bem) a Copa das Confederações, saindo valorizado da competição. Nesse cenário, a Inter teria concorrentes e seria forçada a subir a proposta.


Após reviravolta, Bruno Peres está perto de assinar novo acordo com Santos
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O futuro do lateral Bruno Peres sofreu uma reviravolta nas últimas horas. O jogador estava perto do Inter, que acabou preferindo Gabriel (ex-Grêmio).

 Já o Santos, que tinha aceitado a proposta dos gaúchos para liberar o jogador antes do fim de seu empréstimo, fez uma nova oferta a Bruno. O jogador gostou do que ouviu e um novo contrato está próximo de ser anunciado.

A equipe paulista tinha uma opção de compra do jogador junto ao Audax, mas deixou de acertar previamente um salário com Bruno, o que facilitava sua saída de graça. Para minimizar a perda, o Santos aceitaria receber uma indenização de R$ 800 mil em cinco vezes.

 Agora, o lateral topa ganhar menos do que receberia no Inter. O valor é mantido em sigilo.


A fim de não perder lateral de graça para Inter após “bobear”, Santos aceita indenização a prazo
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Bruno Peres está de saída do Santos

O Santos recuou e aceitou receber parceladamente uma indenização do Inter para liberar o lateral Bruno Peres. Os últimos detalhes estão sendo discutidos, mas a tendência é de que o clube paulista receba R$ 800 mil divididos em cinco parcelas mensais. Inicialmente, o Santos queria o valor de uma só vez.

 A equipe gaúcha vai desembolsar cerca de R$ 1,6 milhão por 50% dos direitos econômicos. O restante do dinheiro e a outra metade ficam com o Audax.

Se não aceitar a oferta do Inter agora, o alvinegro perde o jogador de graça em maio, ao final de seu empréstimo. Quando o atleta foi emprestado pelo Audax, o Santos ganhou uma opção de compra.

Nesses casos, o clube costuma deixar acertado um novo contrato com o jogador para a hipótese de querer ficar com ele depois do empréstimo.

Mas o Santos não fez esse acordo com Bruno no início. Depois, ao negociar com ele, não houve acordo e o clube não teve mais como segurar o atleta. O lateral recebe R$ 20 mil mensais.

Felipe Faro, superintendente de futebol do Santos, é criticado por conselheiros do clube por “bobear” e não definir o novo salário do atleta no ato do empréstimo. Ele se defende alegando que tinha praticamente acertado os vencimentos do jogador no futuro contrato. Mas que uma mudança de representante do atleta emperrou a negociação. Os responsáveis pela carreira de Bruno, no entanto, negam a troca de empresário.


Clubes organizam nova entidade sem apoio de times do Rio
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Oito dos principais clubes do país planejam a fundação da Câmara de Comércio do Futebol. Pelo menos por enquanto, o projeto só não conta com apoio dos times do Rio de Janeiro, entre as maiores agremiações.

De acordo com José Carlos Peres, executivo do G4, que reúne os grandes paulistas, Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Atlético-MG, Cruzeiro, Inter e Grêmio estão engajados na empreitada. A associação servirá para procurar parceiros comerciais em conjunto e promover feiras e simpósios, entre outras atividades.

“Precisamos ter uma casa para receber os empresários. Mostrar para eles que temos organização. Muitas empresas ficam com medo de investir no futebol. Mas para isso os clubes precisam estar treinados para lidar com seus patrocinadores. A maioria recebe o dinheiro e não quer saber de mais nada. A Câmara pode ajudar nesse treinamento”, afirmou Peres ao blog.

Quatro reuniões entre os dirigentes já foram feitas. Duas em São Paulo, uma em Porto Alegre e outra em Belo Horizonte. Os cariocas só participaram da primeira e afirmaram que não era o momento para se tratar da criação de uma nova entidade.

Peres, no entanto, disse que os times do Rio voltarão a ser procurados e que ainda acredita na inclusão deles. Quem não participar da fundação deverá ficar sem vaga no futuro comitê executivo da entidade. A ideia é abrir a câmara para as demais equipes.

Na fase atual, está sendo preparado o esboço do estatuto. Não há previsão de quando o projeto sairá do papel.

Ao mesmo tempo em que se articulam, os cartolas pisam em ovos para não entrar em rota de colisão com a CBF. Afirmam que não se trata de um movimento político.


Renascimentos de Ronaldinho, Fred e Luxemburgo marcam Brasileirão
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Ronaldinho renasceu

O renascimento de quem já parecia carta fora do baralho foi a marca do Brasileirão-2012. A começar pelo campeão Fluminense, que viu ressurgir Fred, Diego Cavalieri e Deco.

No vice-campeão Atlético-MG, a volta por cima foi de Ronaldinho Gaúcho, talvez a mais surpreendente do Nacional. Não foi suficiente, porém, para levar o Galo ao título, mas a segunda posição não deixa de ser um novo sopro de vida para o time mineiro.

Terceiro na tabela, o Grêmio viu Vanderlei Luxemburgo sair da UTI após um longo período e mostrar que ainda tem lenha para queimar. Assim como Ney Franco, resgatado do exílio na CBF pelo São Paulo, quarto colocado. Na rodada derradeira, o time do Morumbi se deleitou ao ver Ganso ensaiar a sua ressureição gastando a bola contra o Corinthians, que passou o Brasileirão entorpecido pela conquista da Libertadores.

Oitavo colocado, o Santos sofreu com a dependência em relação a Neymar e descobriu que precisa de contratações cirúrgicas para não ficar no limbo no ano que vem.

Da metade para baixo, a tabela reuniu o sofrimento de grandes que gastam muito e jogaram pouco. O Inter trançou as pernas por conta da precipitação de seus cartolas ao contratar e demitir treinadores.

Flamengo e Palmeiras sofreram de males semelhantes. Brigas políticas, contratações erradas e relacionamento desbotado entre técnicos e jogadores. A diferença é que os cariocas conseguiram chutar para longe a Série B, novo lar provisório do alviverde.

O despejo na Série A soa como castigo para quem em algumas rodadas desprezou a competição para ganhar a Copa do Brasil. No campeonato das ressureições, o Palmeiras não conseguiu mais do que agendar a sua para 2013.


Acusado de se promover, diretor jurídico do Palmeiras diz que atitude de procurador do STJD foi ridícula
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Foi imediato no Palestra Itália o reflexo da derrota no STJD. A oposição palmeirense ataca o diretor jurídico Piraci de Oliveira de tentar anular a partida com o Inter apenas para se promover. Ele já saberia que não teria sucesso.

“A maioria dos palmeirenses queria que a gente tentasse a anulação. E se eu não tentasse, qual o ônus que eu carregaria? Não há motivo para me promover porque sou candidato à nada”, disse Piraci ao blog.

Criticado, o dirigente critica Paulo Schimitt, procurador do STJD que questionou o fato de o Palmeiras ter pedido a anulação do jogo. “Ficou a impressão de que a decisão já tinha sido tomada antes do julgamento. E a postura do procurador foi ridícula. Ele não deveria ter questionado o procedimento do Palmeiras”, afirmou Piraci.

Schimitt disse ser absurdo o pedido de anulação. Segundo ele, o Palmeiras deveria ter no máximo solicitado a validação do gol.

Piraci também reclamou de Ronaldo Botelho ter sido o relator do caso. Ele foi indicado para o STJD pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol e votou contra a anulação do jogo, sendo seguido pelos auditores. Botelho presidiu o TJD da Federação Paulista e é homem de confiança de Marco Polo Del Nero, presidente da FPF, vice da CBF e conselheiro do Palmeiras.


Palmeiras tenta provar que árbitro é viciado em ajuda externa
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Lance de Barcos não foi o único em que juiz voltou atrás

 O Palmeiras tentará convencer o STJD de que  Francisco Carlos do Nascimento tem o costume de contar com ajuda externa para tomar suas decisões em campo.

A ideia é mostrar aos auditores que o árbitro voltou atrás após marcar um pênalti contra o Atlético-PR em partida com o Joinville, pela Série B. Ele recuou e anotou falta ao ser avisado por sua assistente de que a infração tinha sido fora da área.

A tese palmeirense é de que provavelmente alguém viu o lance pela TV e avisou a assistente, que no momento da marcação não tinha se manifestado. Assim como teria ocorrido na anulação do gol de mão marcado por Barcos contra o Inter.

Reportagem do jornal Lance sobre um suposto esquema dos juízes para consultar imagens de TV durante as partidas também deverá ser usada.

Além disso, os advogados palmeirenses planejam minar o quarto árbitro Jean Pierre Lima. Alegarão que no momento do lance ele estava ocupado cuidando de uma substituição, logo não poderia estar atento à jogada.

E que estava muito longe da área para ver algo que árbitro e assistentes não viram de perto. Ou seja, tentarão convencer os julgadores de que ele foi avisado pelo delegado da partida, Gerson Baluta. E que este buscou socorro com os profissionais de emissoras de TV. Nesse ponto, encaixa-se outro material, o áudio em que o juiz repete a frase “veja aí”. Seria a ordem para o delegado acionar o esquema de auxílio externo.

Já a defesa do árbitro alegará que não houve ajuda ilegal para que ele tomasse sua decisão. Negará também a existência de esquema de socorro por meio de imagens de TV ou que ele tnha o hábito de fazer tais consultas.


Palmeiras antecipa defesa de Barcos para evitar “gol contra” no STJD
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Ao reagir à suspensão dos pontos do jogo contra o Palmeiras, o Inter passou a pedir punição a Barcos e gerou pânico no Palestra Itália. Sob risco de perder um de seus principais jogadores, o departamento jurídico se antecipou e passou a rotular o argentino como vítima.

O gol de mão teria sido involutário, provocado por um puxão que Barcos recebeu de seu marcador.
Tal esforço se justifica porque os palmeirenses acreditam que as chances de se livrar do rebaixamento ficam drasticamente reduzidas sem Barcos.

A oposiçao já fala que o pedido de anulação do jogo se transformará num tiro no pé. Isso se a partida não for anulada e o argentino levar um gancho.


Diretor do Palmeiras admite dificuldade em encontrar provas para anular jogo e é acusado de tentar abafar crise
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 Piraci Oliveira, diretor jurídico do Palmeiras, foi do otimismo ao pessimismo em relação ao pedido de anulação do jogo com o Inter. Na noite deste domingo, ele postou em seu blog que “infelizmente não basta depoimento pessoal. Temos que provar que isso [uso de tecnologia para anular o lance] realmente ocorreu de forma material.”

Anteriormente, o cartola havia indicado que usaria depoimento da repórter Taynah Espinoza, da Band, para formular o pedido. Citou reportagem do portal Terra com relato da jornalista. Ela fala sobre o delegado ter pedido ajuda dos profissionais de TV para confirmar que Barcos fez gol de mão.

“Para o bom senso comum isso já é prova mais que suficiente para anulação da partida. Esperamos que assim pensem os julgadores do STJD”, escreveu Piraci sobre as afirmações da repórter, antes de adotar um tom pessimista no texto seguinte.

Enquanto estuda o pedido de anulação, Piraci é bombardeado pela oposição palmeirense. Os adversários políticos alegam que o barulho feito pela diretoria tem como objetivo repassar a culpa pelo risco de rebaixamento para a arbitragem. E que é constrangedor brigar por um gol de mão.

Ao blog, Piraci  classificou a atitude dos opositores como “retórica política previsível”. E afirmou que a diretoria vai decidir nesta segunda se aciona o STJD.