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Opinião: seis fatores explicam força corintiana
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Desacreditado no começo do ano, campeão paulista meses depois e time que terminou a quinta rodada do Brasileirão na liderança. Como explicar a força da atual equipe do Corinthians? Abaixo, seis pontos que explicam a boa fase alvinegra na opinião deste blogueiro.

1 – Padrão de jogo

O novato Fábio Carille implantou um sistema de jogo eficiente e fácil de ser assimilado pelos jogadores. Esse padrão facilita a entrada de quem vem do banco de reservas. Os substitutos se encaixam sem muito sofrimento. Foi o que aconteceu na vitória contra o Vasco, por 5 a 2, no Rio de Janeiro, apesar de desfalques como os de Rodriguinho, Fágner e Romero.

2 – Bom visitante

Desde o campeonato estadual, o Corinthians se acostumou a jogar fora de casa em busca da vitória. Assim, os triunfos contra Vasco, Atlético-GO e Vitória não podem ser considerados surpreendentes.

3 – Força individual

Não é só o poder de seu jogo coletivo que empurra o Corinthians, mas contar com jogadores que têm desequilibrado, mesmo sem serem tão badalados, também ajuda a explicar a posição do time de Carille na tabela. São os casos do lateral Arana e do meia Rodriguinho.

4 – Recuperação

Atletas que vinham de rendimentos pouco animadores e deram a volta por cima colaboram para o bom momento corintiano. Bons exemplos são Cássio, vindo de temporada irregular no ano passado, e Jô, que chegou desacreditado após um período sem clube.

5 – Descanso

Fora da Libertadores, eliminado da Copa do Brasil e sem jogar pela Copa Sul-Americana desde 10 de maio, o Corinthians tem mais tempo para descansar do que outros rivais que iniciaram o Brasileirão na condição de favoritos ao título, como o Palmeiras, envolvido na Copa do Brasil e na principal competição continental.

6 – Preparo físico

A boa preparação física dos corintianos permite com que os atletas sigam fielmente o plano de jogo de Carille, com todos voltando para marcar e explorando rápidos contra-ataques a fim de surpreender os adversários.


Opinião: em Chapecó, melhor elenco do Brasil não justificou seu preço
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Na opinião deste blogueiro, Cuca fez bem em poupar parte de seus titulares do jogo em Chapecó. Afinal, o alto investimento feito em contratações não foi para ter um só time forte, mas dois. O objetivo é fazer com que o rendimento seja semelhante independentemente de quem está em campo. Isso permite disputar com tranquilidade uma competição longa como o Brasileirão e ter condições de brigar por mais de um título na temporada.

Só que em seu primeiro teste de força no Brasileiro, o time misto do Palmeiras decepcionou ao perder para a Chapecoense por 1 a 0 fora de casa. Não que o time de Chapecó seja fraco. Pelo contrário, é organizado e já tinha conseguido um empate em São Paulo contra o Corinthians. Mas, com o elenco que tem, o Palmeiras deve ser cobrado por vitórias quando enfrenta equipes mais modestas, seja onde for.

Prass, Michel Bastos, Tchê Tchê, Roger Guedes e Willan formam uma base suficientemente forte para brigar por três pontos fora de casa contra a Chape. Claro que o fato de ser apenas o terceiro jogo com Cuca atrapalha, mas os que entraram em campo estão devendo. A equipe escalada tinha obrigação de fazer muito mais do que se preocupar prioritariamente em se defender, como quem se contenta com o empate.

 Jogar para empatar fora de casa e acabar perdendo por 1 a 0 é para quem tem um time muito mais barato do que o atual campeão brasileiro. O dono do melhor elenco do Brasil, pelo menos na opinião deste blogueiro, precisa fazer muito mais.


Presidente do Inter é alvo de críticas de cartolas por não querer jogar
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Vitório Píffero, presidente do Internacional, virou alvo de duras críticas de dirigentes de outros clubes nos bastidores após defender a não realização da última rodada do Brasileirão, que ficaria incompleto. A mesma posição foi adotada por jogadores do time dele que alegam falta de condições emocionais para atuar após o desastre aéreo envolvendo a delegação da Chapecoense, jornalistas e tripulantes.

Dois presidentes e um diretor de clubes da Série A confirmaram ao blog a reprovação à atitude do cartola gaúcho.

Um desses presidentes, preferindo não ser identificado, classificou o gesto do Píffero como imoral, antiético e com o objetivo de virar a mesa usando uma tragédia como pretexto, pois o Inter está hoje na zona de rebaixamento. Píffero afirmou não ser a melhor solução rebaixar o Colorado, caso o Brasileirão fique incompleto.

O cartola do Inter passou a ser visto por esses críticos como alguém que tem interesse em bagunçar o campeonato para salvar sua equipe da queda. Os dirigentes mais descontentes estão dispostos a pressionar a CBF para manter a última rodada e evitar que o campeonato seja melado.

 “Vamos esperar o velório coletivo se encerrar (para discutir o assunto)”, disse ao blog Walter Feldman, secretário-geral da CBF.

São Paulo, Grêmio, Flamengo, Santos, Corinthians, Vitória, que também luta contra o rebaixamento, e Palmeiras são alguns dos clubes que mostram disposição para entrar em campo e encerrar a competição.

“Prefiro que a última rodada seja jogada no dia 11. E que a Chapecoense seja homenageada em todos os jogos”, afirmou Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo. Ele não criticou Píffero, mas acredita que manter a rodada final seria uma forma de, ao mesmo tempo, homenagear o clube catarinense e evitar discussões sobre rebaixamento e disputa de vaga para a Libertadores.

O blog apurou que o presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, está entre os que são contrários a deixar o Brasileirão incompleto.


“Gente boa”, Ricardo Gomes fica longe de assegurar permanência
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Certamente você já falou ou ouviu pelo menos uma vez a afirmação “ele é gente boa, mas…”. Essa é uma das frases que mais se ouve de diretores do São Paulo sobre o técnico Ricardo Gomes.

Cartolas do clube elogiam o caráter e a simpatia do treinador, mas avaliam que até agora ele não deu conta do recado. A análise é de que o técnico não conseguiu recuperar jogadores vistos como pouco comprometidos com a equipe e que não foi capaz de fazer o time render o que pode.

Apesar da avaliação negativa, a decisão de manter Gomes até o final do ano segue valendo. Porém, o treinador está longe de assegurar sua permanência para 2017.

O discurso oficial é de que seu trabalho será analisado ao fim do Brasileirão, mas hoje o entendimento é de que o clube precisa de outro técnico para a próxima temporada. Assim, Gomes terá que fazer na reta final do campeonato o time alcançar uma evolução que não conseguiu até agora para ter chances de permanecer no Morumbi.


Em 5 meses, futebol corintiano gastou R$ 20,6 mi a mais que o do Palmeiras
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Dados oficiais dos dois clubes mostram que até maio o Corinthians, hoje sétimo colocado do Brasileirão, gastou R$ 20.680.638,50 a mais com seu departamento de futebol do que o Palmeiras, atual líder. Como no quinto mês do ano começou o Nacional, estão na conta os gastos com a montagem dos elencos que começaram a competição pelos dois clubes.

A comparação não pode ser mais atualizada porque o Corinthians só divulgou em seu site o balancete com os dados dos cinco primeiros meses do ano. Por sua vez, o alviverde disponibilizou relatórios até julho em sua página oficial, mas o blog teve acesso também ao balancete de agosto.

Foram R$ 148.738.000 gastos pelo Corinthians com o departamento de futebol até maio contra R$ 128.057.361,51 desembolsados pelo Palmeiras no mesmo período.

A despesa média mensal do alvinegro nos primeiros cinco meses de 2016 supera a sua própria em 2015, ano em que o clube conquistou o Brasileirão. São R$ 29,7 milhões desembolsados em média por mês até maio de 2016 contra R$ 20,8 milhões desembolsados mensalmente em média no ano passado.

De acordo com Emerson Piovezan, vice de finanças corintiano, a tendência é que os dados do segundo semestre apontem uma queda no gasto médio mensal do clube com o departamento de futebol.

“No primeiro semestre tivemos muitos gastos com os jogadores vendidos. Quando você vende, precisa pagar o 13º salário e outros encargos no ato. Isso aumenta os custos”, disse ao blog Piovezan.

A despesa corintiana com vendas e aquisições de atletas nos cinco primeiros meses de 2016 superou os gastos com essas operações no ano passado inteiro. Foram R$ 49,9 milhões na atual temporada diante de R$ 34,2 milhões desembolados na passada.

“Depois das vendas, tivemos que contratar muitos jogadores. Alguns não ficaram, nós precisamos trazer outros. Isso aumenta a despesa, mas não aconteceu nada fora do normal”, afirmou Piovezan.

A média de gastos mensais do futebol alvinegro supera também a marca do Palmeiras até agosto. O gasto médio palmeirense nos oito primeiros meses de 2016 foi de R$ 26,5 milhões. São R$ 3,2 milhões a menos em relação ao que o rival registrou até maio.

Nos cinco primeiros meses do ano, o Corinthians também superou o rival em receitas com futebol. Foram R$ 279.473.000 brutos contra R$ 152.283.290,82. Até agosto, o futebol palmeirense anotou arrecadação de 290.618.409,13.


Opinião: Cuca deve ter orgulho do “Cucabol”
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Depois da vitória sobre o Coritiba por 2 a 1 neste sábado, Cuca desabafou na entrevista coletiva, dizendo que as pessoas precisam ter mais respeito com o trabalho feito pelo time palmeirense e que ninguém gosta de ouvir coisas como classificar o futebol da equipe de “Cucabol”. Na opinião deste blogueiro, o treinador não deveria se incomodar com isso. Pelo contrário, deve se sentir elogiado com o termo.

“Cucabol”, assim como o “Muricybol” foi no São Paulo, não é sinônimo de pobreza tática. Expressões assim remetem a times bem treinados, que executam fundamentos com perfeição na maior parte do tempo. São casos em que o suor derramado nos treinamentos faz a estratégia estabelecida dar certo.

Se alguém fala dos gols do Palmeiras a partir de cobranças de laterais ou cruzamentos, ainda que não admita, está reconhecendo o bom trabalho do treinador. Quantos técnicos da Série A treinam essas jogadas? Mérito de Cuca e de seus jogadores se o líder do Brasileirão é o clube que mais sabe usar essas armas.

A beleza do jogo alviverde está exatamente em sua simplicidade. Está no fato de todo mundo saber que o Palmeiras sufoca seus rivais no começo das duas etapas dos jogos, mas poucos conseguirem escapar ilesos dessa previsível pressão. Ou de todos adversários estarem carecas de saber que cruzamentos e cobranças de laterais são jogadas mortais do Palmeiras e muitos deles morrerem com esses golpes.

Executar coberturas com eficiência, chegar antes que o adversário em quase todas as bolas, como aconteceu contra o Corinthians em Itaquera, cruzar com maestria e cabecear de maneira certeira não desenham um  jogo feio ou chato. Longe disso. É bonito e gostoso de ver.

Ter complexos esquemas táticos e abusar de dribles e outras jogadas vistosas não são características obrigatórias para times brigarem por títulos importantes. O Palmeiras é prova disso. Só é líder graças ao “Cucabol”.


Corinthians diz que já reparou área da arena interditada pelo STJD
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Até as 22h35 desta terça o Corinthians não tinha sido notificado sobre a interdição do setor norte de sua arena pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça), de acordo com Rogério Mollica, diretor de negócios jurídicos do clube. No entendimento dele, a punição só deve começar a valer a partir de domingo, no jogo contra o Fluminense, pelo Brasileirão, estando a área liberada para a partida desta quarta diante do mesmo adversário, pela Copa do Brasil.

Por sua vez, Lúcio Blanco, responsável pela operação do estádio, afirmou ao blog que o reparo no local danificado pela briga entre membros de organizadas e a Polícia Militar no clássico com o Palmeiras, sábado passado, já foi feito A decisão do STJD diz que a interdição deverá ser mantida até que o clube comprove que a área está em condições de segurança e com os devidos consertos das partes quebradas na confusão.

“Nada foi quebrado, a única coisa que aconteceu foi uma grade chutada. Ela é revestida de lona plástica, sendo que essa lona foi furada. Isso já foi reparado, e avisei nosso departamento jurídico”, disse Blanco.

Ele calcula em 6.000 ingressos a média de bilhetes vendidos no setor norte com um preço médio de R$ 30. Por essa conta, se o fechamento for mantido, a arena deixará de arrecadar cerca de 180.000 por jogo com interdição.

Além de ter negociado tíquetes dessa área para as partidas desta quarta e do próximo domingo, o clube já vendeu pacotes para o segundo turno inteiro. A venda foi disponibilizada também para membros de organizadas que fazem parte do programa de sócio-torcedor do clube.


Diretoria corintiana se sente injustiçada com críticas e exalta superação
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A diretoria do Corinthians avalia que é alvo de injustiça da maior parte da imprensa esportiva brasileira. A queixa é de que, no lugar de críticas, deveria ser exaltado o fato de o time ter se mantido no G4 do Brasileirão após sofrer com a saída oito jogadores no início da temporada, depois perder Tite e parte importante da comissão técnica, além de seu executivo de futebol, Edu Gaspar, e mais atletas em meio a uma política de corte de gastos.

Nesse cenário, a direção alvinegra entende que a discussão na mídia deveria ser sobre o que fez o time continuar entre os quatro melhores do Brasileirão apesar de todos os revezes. Mas alega ler e ouvir só sobre defeitos da equipe e possíveis falhas de planejamento. Crê que a superação deveria ser enaltecida, mas que muitas vezes ela é citada como obra do acaso.

Mas, então, na opinião dos dirigentes, o que faz a equipe se manter na briga no Brasileirão?

A avaliação da diretoria é de que o elenco, apesar das críticas, tem qualidade. E que a estrutura montada nos últimos anos ajuda a manter os atletas em alto nível, apesar das perdas na comissão técnica. Outro ponto positivo, na opinião da direção, é existir união no elenco e bom relacionamento com treinador e diretoria.

Cristóvão Borges também é elogiado, porém, mais por seu trabalho fora de campo. Sua maneira de lidar com os jogadores e a forma como aguenta as críticas arrancam aplausos de seus chefes.

Longe dos microfones, há em Itaquera quem use o rival São Paulo para demonstrar o que é chamado de injustiça feita pelos jornalistas. O argumento é de que se fosse o Corinthians enfrentando a situação pela qual passam os tricolores, o barulho seria muito maior.


Opinião: contusão de Prass complica mais seleção do que Palmeiras
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A fratura no cotovelo direito de Fernando Prass é dessas contusões que podem mudar o rumo de uma competição. Isso por causa da qualidade do atleta lesionado. Na opinião deste blogueiro, porém, o prejuízo é maior para a seleção brasileira olímpica do que para o Palmeiras.

Principalmente porque num torneio disputado em mata-mata um especialista em defender pênaltis tem grande chance de desequilibrar, e o Brasil não tem mais um goleiro tão bom nesse quesito. Já no Brasileirão de pontos corridos claro que o Palmeiras pode deixar de ganhar um ponto aqui, outro ali por não contar com os milagres de Prass, mas num campeonato em que vale a regularidade costuma ser mais importante o conjunto do que o talento individual.

Além disso, mesmo que a CBF consiga autorização da Fifa para convocar outro veterano como substituto de Prass, o projeto de liderança montado em cima do Palmeirense ruiu. Nem o capitão Neymar tem envergadura de líder semelhante. Por sua vez, o Palmeiras ainda conta com Zé Roberto como líder e jogador capaz de acalmar os mais novos nos momentos de tensão.

Por tudo isso, a contusão de Prass pode ser vista como uma ameaça considerável ao sonho dourado olímpico. Do lado alviverde ela deve ser encarada como acidente de percurso que todo aspirante ao título nacional precisa estar preparado para superar.

Vale lembrar que até a publicação deste post não havia uma previsão precisa de quanto tempo o goleiro desfalcará o clube, mas na seleção já é uma certeza que ele não disputará a Olimpíada.


Técnicos sessentões perdem espaço nos grandes clubes do Brasileirão
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Os treinadores sessentões perderam espaço nos principais clubes do país. É o que mostra a relação de técnicos do Brasileirão. Entre 11 times de Rio, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, tradicionalmente os mais fortes, só Flamengo, com Muricy Ramalho, 60 anos, e Fluminense, comandado por Levir Culpi, 63, contam com treinadores sexagenários.

Corinthians, Santos, São Paulo, Palmeiras, Grêmio, Internacional, Atlético-MG, Cruzeiro e Botafogo também estão nessa conta.

No início do Nacional do ano passado, eram cinco sessentões em 11 times desses quatro estados: Felipão (Grêmio), Vanderlei Luxemburgo (Flamengo), Osvaldo Oliveira (Palmeiras), Marcelo Oliveira (Cruzeiro) e Levir Culpi (Atlético-MG).

Chama a atenção a quantidade de técnicos que já passaram dos 60 e acumularam títulos do Brasileirão que não começam a edição deste ano. Juntos, Felipão (67 anos), Vanderlei Luxemburgo (64), Nelsinho Baptista (65), Abel Braga (63) e Marcelo Oliveira (61) contabilizam dez títulos da Série A. Só Luxa coleciona cinco canecos. Bicampeão, Marcelo Oliveira teve a chance de voltar ao Cruzeiro antes do início desse Brasileirão, mas alegou que o clube demorou para fazer contato e que ele já tinha iniciado conversas com outro time.

No lugar dos sessentões, Grêmio e Internacional optaram por técnicos que têm 41 anos: Roger Machado e Argel, respectivamente. Os dois clubes estão na linha de frente da renovação de treinadores entre os principais clubes do país.

“Tivemos o Luxemburgo e depois o Felipão. Daí, quando o Felipão caiu, passamos por uma restruturação financeira, minimizando custos e privilegiando expertise de casa. Efetivamos várias pessoas que faziam parte do futebol do Grêmio na base e tínhamos que escolher um treinador. O Roger atendia a esse perfil, tinha sido auxiliar do Grêmio, treinou dois clubes daqui (no Rio Grande do Sul), estudou e conhece a cultura do clube. Por tudo isso foi escolhido”, disse ao blog Romildo Bolzan, presidente do Grêmio.

Os quarentões ocupam 30% das 20 vagas de técnico no Brasileirão. Vágner Mancini, 49, do Vitória, Vinícius Eutrópio, do Figueirense, Eduardo Baptista, 46, da Ponte Preta e Gilson Kleina, 48, do Coritiba, acompanham Argel e Roger nessa lista.

No outro lado da balança, os sessentões seguram 20% das pranchetas no Brasileiro. Além de Muricy e Levir, estão na disputa Givanildo Oliveira, 67 (América-MG) e Osvaldo Oliveira, 65 (Sport).

A média de idade dos comandantes das equipes da elite do nacional é de 51,7 anos.