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Em meio à tensão, falta calma para jogadores experientes do Corinthians
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Diretoria, comissão técnica e torcida esperam que os jogadores mais experientes do Corinthians ajudem a controlar os nervos do time na reta final do Brasileirão. O clube está pressionado pela má campanha no segundo turno e tem um jogo decisivo contra o Palmeiras no próximo domingo. Se perder, verá o rival ficar a só dois pontos de diferença, na segunda posição na tabela. Porém, recentemente, os mais rodados do elenco têm mostrado falta de tranquilidade em momentos cruciais. Confira abaixo.

Jô, 30 anos

Chutou Rodrigo, da Ponte Preta, no último domingo, sem bola, e vai ser julgado pelo STJD. Pode pegar de quatro a 12 jogos de suspensão. Já tinha sido expulso por cometer falta violenta no empate sem gols com o Rancing, em Itaquera, na eliminação corintiana na Copa Sul-Americana.

Rodriguinho, 29 anos

Também na queda diante do Racing ficou apenas três minutos em campo após sair do banco de reservas. O tempo foi suficiente para dar uma entrada violenta num adversário e levar cartão vermelho.

Jadson, 34 anos

O meia se envolveu em polêmica no último jogo, contra a Ponte, ao se recusar a deixar Clayson cobrar falta. O companheiro não escondeu a irritação com o colega.

Cássio, 30 anos

Numa atitude de desespero, deixou sua meta no final da partida contra o Bahia em Salvador, para tentar ajudar o ataque. Nada conseguiu. O alvinegro perdeu a bola e, com a meta abandonada, tomou o segundo gol, marcado por Régis, que decretou a vitória baiana por 2 a 0.

Fagner, 28 anos

Também em Salvador, falhou no primeiro gol do Bahia. Em vez de jogar a bola para fora, tentou passar por um adversário com ela nos pés. Acabou entregando a bola de graça. “Fui tentar limpar o lance e falhei, foi falta de fazer o simples. Fui responsável pelo resultado. Foi erro meu”, afirmou o lateral após a derrota.


Presidente admite dívida com dois, mas outros atletas cobram o Corinthians
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Roberto de Andrade afirmou nesta quinta (26) ao canal Fox Sports que o Corinthians deve luvas apenas para Jô e Gabriel entre os jogadores do elenco. Em seguida, disse que com o volante está tudo praticamente em dia. Porém, internamente, os estafes de pelo menos mais dois atletas cobram o clube: Jadson e Pedrinho.

Em ambos os casos os valores alegados são referentes a luvas. Em relação a Jadson, a cobrança feita junto à diretoria é de parte de uma parcela que deveria ter sido paga logo após o retorno dele ao time, no início do ano, e outra vencida em outubro. Com Pedrinho a conta é de três parcelas de luvas atrasadas.

Além das luvas, são contabilizadas comissões que não teriam sido pagas aos agentes dos dois jogadores.

A assessoria de imprensa do Corinthians afirmou que o clube não comentará o assunto e que se há algum problema os empresários entram em contato com a diretoria. Emerson Piovezan, diretor financeiro, e Flávio Adauto, diretor de futebol, não responderam até a publicação deste post às mensagens enviadas pelo blog.

Integrantes dos estafes de Jadson e Pedrinho também não quiseram dar entrevista sobre o tema.


Dirigentes temem que uso de árbitro de vídeo às pressas seja fracasso
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A CBF é criticada por dirigentes de clubes que consideram sem planejamento a decisão de implantar rapidamente o árbitro de vídeo no Brasileirão. Os que pensam assim acreditam que a correria possa fazer com que a novidade se transforme em fracasso.

Uma das principais cobranças é para que o novo sistema só seja implementado se puder ser usado em todos os jogos de cada rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista, Marcos Marinho, presidente da comissão de arbitragem da confederação, admitiu que algumas partidas podem ficar sem o recurso por falta de estrutura dos estádios. Esse é um dos pontos criticados.

Porém, cartola ouvido pelo blog afirmou que Marco Polo Del Nero, presidente da CBF, assegurou a dirigentes de clubes que a ajuda das imagens de TV só começará a valer quando todos os jogos puderem contar com esse método. A afirmação, de acordo com o mesmo dirigente, foi feita em reunião na sede da confederação, nesta terça, para tratar da venda de direitos de transmissão do Brasileirão para o exterior. Indagado pelo blog por volta das 20h  se Del Nero de fato fez tal promessa, o departamento de comunicação da entidade informou que não conseguiria checar a informação à noite.

Na avaliação de parte dos dirigentes de times da Série A, CBF teve tempo para implantar o árbitro de vídeo desde o início do Brasileirão. Porém, não conseguiu viabilizar o projeto. E agora, mesmo sem ter tudo pronto, decidiu lançar a novidade por causa do barulho feito pelo erro de arbitragem que culminou com o gol de braço de Jô na vitória corintiana por 1 a 0 sobre o Vasco no último domingo.

“Sinto que é necessário. Mas não deveria ser decidido em cima de uma jogada que originou o gol do Jô. Fica a impressão de que estavam esperando uma polêmica e que não é uma posição estudada, pensada. Por que não iniciar no Brasileiro do ano que vem?”, afirmou ao blog Flávio Adauto, diretor de futebol do  Corinthians.

Depois do erro no jogo em Itaquera, Del Nero pediu para que o departamento de arbitragem tentasse estrear nas próximas rodadas o sistema que ainda estava em estudo. Não há definição de quando isso será possível.

“Defendemos o uso do árbitro de vídeo, mas de um jeito benfeito, em todos os jogos”, disse Modesto Roma Júnior, presidente do Santos.

Outra preocupação é se os responsáveis por operar o sistema já estão aptos a atuar de maneira eficiente. “Sou a favor caso possamos implantar com segurança e caso todos os envolvidos estejam treinados para que o instrumento não caia em descrédito”, declarou Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo. Ele não vê problemas em o recurso ser usado no segundo jogo da final da Copa do Brasil entre seu clube e o Cruzeiro e também em relação ao novo sistema começar a valer no Brasileirão depois que muitos clubes foram prejudicados sem poder recorrer às imagens de TV.

“O Flamengo foi prejudicado contra Santos e Palmeiras e beneficiado contra o Corinthians. Sempre é hora de começar qualquer coisa, desde que seja para melhorar”, analisou o flamenguista.

Raciocínio semelhante tem o presidente do Santos. “Não é porque você começou errando que precisa errar até o final”, disse Modesto.

Vinícius Pinotti, diretor executivo de futebol do São Paulo defende a implantação do sistema e também não vê problemas no fato de os vídeos começarem a ser usados durante o campeonato.  Mas é contra a tecnologia não ser utilizada em algumas das partidas de cada rodada. “Importante termos em todos os jogos, sem dúvida nenhuma”, comentou o são-paulino.

 

 


Capacidade de surpreender é marca do novo campeão paulista
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Na conquista do Campeonato Paulista de 2017, sacramentada neste domingo (7) diante da Ponte Preta, o Corinthians deixa como uma de suas principais marcas a capacidade de surpreender.

A demora em contratar e a chegada de reforços modestos fez com que o alvinegro fosse rotulado pela imprensa como a quarta força do Estado. Para surpresa geral, aos poucos o time evoluiu e venceu a disputa de maneira incontestável.

Surpreendeu também o rendimento de Pablo e Jô. O zagueiro estava sem espaço no Bordeaux. Nada em seu histórico recente recomendava a contratação. Acabou sendo fundamental para a solidez defensiva corintiana, um dos pontos altos do campeão.

A situação do atacante era semelhante. Nem jogar ele jogava para ser avaliado. A lógica apontava que ele estava mais para repetir o fracasso de André do que o sucesso de Vágner Love, outros atacantes que chegaram sob suspeita. Jô teve dificuldades no início, mas correu, suou para se movimentar como pedia Fábio Carille, marcou gols em todos os clássicos e reconquistou a Fiel. Ponto para a diretoria corintiana, que fez uma aposta arriscada, contestada, mas acertou.

Outra surpresa foi a maneira avassaladora como o Corinthians abriu os mata-matas fora de casa. Com 2 a 0 sobre o São Paulo e 3 a 0 em cima da Ponte, resolveu as disputas logo no primeiro confronto. Pelo estilo de jogo alvinegro, eficiente nos contra-ataques, era de se esperar um bom desempenho fora de casa. Mas apostar em vantagens tão grandes seria mostrar desapego ao dinheiro.

Surpreendente também, ao menos para este blogueiro, foi a obediência tática dos jogadores em relação ao novato Carille. Dava para imaginar um bom relacionamento dele com os atletas, por conhecer o grupo bem graças ao fato de ter sido auxiliar de outros treinadores por um bom tempo. Porém, é comum boleiro desconfiar de “professor” novo. Até contestações são normais. Não aconteceu com Carille. O elenco comprou seu estilo de jogo, seguiu à risca e chegou ao título.

Só não foi surpreendente o desempenho de Romero. Como sempre, compensou o que falta de habilidade com suor, correu por todos os setores do campo, atacou e defendeu. De novo foi importante para o time sem ser badalado. O paraguaio é o melhor retrato do o estilo desse time campeão, que prioriza o conjunto, a disciplina tática e que surpreende.


Corinthians vai pagar mais de R$ 7 mi em direitos de imagem para Jô em 2017
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Colaborou Rodrigo Mattos, do UOL, no Rio de Janeiro

De acordo com o balanço do Corinthians referente a 2016, Jô receberá R$ 7.250.000 em 2017 como direitos de imagem. A quantia equivale a R$ 604.166,6 mensais.

O valor está registrado no item exploração de imagens a pagar (circulante) do documento divulgado pelo clube, conforme prevê a legislação. Entram nessa rubrica valores que precisam ser pagos no ano seguinte (2017). Dos jogadores identificados, Jô é o que aparece com o maior montante.

Há casos em que junto com os direitos de imagem são pagas luvas, mas não existe esse detalhamento nas demonstrações financeiras corintianas.

 Atletas que recebem direitos de imagem também ganham uma quantia registrada em carteira de trabalho. Ela não foi especificada no balanço, mas seguramente é bem inferior.

Jô foi contratado sob desconfiança da torcida, pois estava sem clube. Porém, se transformou em destaque do agora favorito ao título do Campeonato Paulista marcando gols em todos os clássicos disputados por ele no Estadual. O atacante é o artilheiro corintiano na competição. Balançou as redes seis vezes.

Pelo balanço, é possível comparar a situação de Jô com apenas as de três companheiros. Por meio de empresas de seus agentes estão anotados R$ 458 mil para Rodriguinho, R$ 1.868.000 para Romero e R$ 385 mil para Danilo. Esses valores devem ser pagos no decorrer de 2017. São os únicos do elenco com direitos de imagem a receber citados diretamente no documento. Há também uma série de empresas sem identificação da ligação delas com jogadores.

Um dos registros indica R$ 11.279.000 em “outros contratos de direitos uso de imagem”, sem identificação de atletas.

O balanço ainda mostra que em dezembro de 2016 o Corinthians devia direitos de imagem para profissionais que já deixaram o clube. Todos os registros aparecem em nome de empresas com a indicação do profissional correspondente. Entre eles estão Tite (R$ 215 mil), Fábio Santos (R$ 276 mil), Elias (R$ 1.414.000), o zagueiro Anderson Martins (R$ 1.300.000), Petros (R$ 300 mil), duas empresas que foram relacionadas a Renato Augusto (cerca de R$ 2 milhões), o atacante Elton (R$ 259 mil) e Lodeiro (R$ 166 mil).

Como não circulante, são registrados R$ 4,5 milhões a serem pagos para a empresa do volante Cristian em direitos de imagem. Mas, por ser não circulante, não existe previsão de que o pagamento seja feito todo em 2017.

Abaixo, veja reprodução de trecho do balanço corintiano sobre direitos de imagem.


Trintões encostados estāo em alta no mercado brasileiro
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Pelo menos 30 anos, pouco aproveitado na última temporada e que possa ser contratado sem custos com direitos econômicos. Esse é o perfil de alguns dos jogadores mais disputados por clubes brasileiros para 2017.

Felipe Melo é o caso que melhor ilustra a aposta em trintões praticamente encostados.

Aos 33 anos, o ex-jogador da seleção brasileira está perto de ser anunciado pelo Palmeiras, mas interessou também a Flamengo, Santos e Corinthians.

Os interessados parecem nāo se incomodar os as estatïsticas do meio-campista na atual temporada.

De acordo com o site “WhoScored.com”, Melo participou de apenas cinco partidas da Inter de Milāo como titular e de outras cinco saindo do banco entre Campeonato Italiano e Liga Europa. Assim, os candidatos a contratar o volante tiveram apenas 501 minutos dele em campo para analisar seu desempenho nesta temporada.

O clube italiano está disposto a facilitar a saída do brasileiro para se livrar da alta despesa com seus salários.

O Palmeiras também nāo se preocupou com o histórico recente de Michel Bastos, também com 33 anos. Pelo menos desde novembro ele já estava fora dos planos do Sāo Paulo, principalmente por ser acusado de falta de comprometimento com a equipe e assinou facilmente sua rescisāo no Morumbi no final do ano. De acordo com o WhoScored.com, ele fez só 11 jogos como titular no Brasileirāo, acumulando 970 minutos em campo.

Outro reserva trintāo desejado por ao menos dois times da Série A é Hérnan Barcos, de 32 anos e banco no Vélez Sarsfield (Argentina), para o qual foi emprestado pelo Sporting (Portugal). Grêmio e Fluminense cogitam tentar o empréstimo do atacante.

Já o Corinthians praticamente nāo enfrentou concorrência pra trazer Jô, que completará 30 anos em março e nāo joga desde julho, quando retornou do futebol chinês. Com o atacante, revelado no Parque Sāo Jorge,  o alvinegro engrossou a turma que parece dar mais valor ao passado distante de alguns jogadores do que ao desempenho atual..


Como o Corinthians defende contratação de Jô
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A diretoria do Corinthians começou a montagem do time para a próxima temporada sob críticas de conselheiros do clube por conta da contratação de Jô. O principal motivo de queixa é o fato de a direção aceitar pagar comissão de R$ 1,75 milhão para o empresário do jogador, Giuliano Bertolucci, conforme noticiou em seu blog o jornalista Jorge Nicola.

Os críticos alegam que o clube não precisa de intermediários para contratar um jogador que conhece tão bem, que o valor prometido ao agente não combina com a política de cortes de despesas adotada pelo presidente Roberto de Andrade e ainda que Jô estava em baixa, sem clube, e pode não ser a solução para os problemas do ataque corintiano.

Por sua vez, a diretoria rebate alegando ser praxe clubes pagarem comissões a empresários dos jogadores e que foi programado o pagamento para Bertolucci no ano que vem, quando o alvinegro terá dinheiro em caixa. Outra explicação dos dirigentes é de que Jô era dono de seus direitos econômicos e o Corinthians tinha que aceitar suas exigências para fechar o negócio.

A direção não revela os valores que o atacante receberá (seriam R$ 490 mil entre luvas e salários), mas diz que a remuneração de Jô não viola o conceito “pés no chão” adotado por Andrade e que o atacante vai embolsar um valor justo para quem detinha seus direitos econômicos.

Sobre as dúvidas em relação ao desempenho de Jô, Andrade aposta que dará certo. Simples assim.


Rapidez em convocação de Jô vira alfinetada em Andrés e Mano na CBF
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A agilidade com que a comissão técnica da seleção convocou Jô para o amistoso deste domingo, contra a França, é usada na CBF para alfinetar Andrés Sanchez e Mano Menezes.

O argumento é de que Carlos Alberto Parreira e Felipão são mais experientes do que Andrés e Mano em termos de seleção. E que por isso conseguiram resolver tão rapidamente o problema causado pela lesão de Leandro Damião.

Mano Menezes e o auxiliar Sidnei Lobo, chefiados por Andrés, eram criticados na CBF por supostamente não entenderem a diferença entre trabalhar em seleção e em clube, principalmente em termos logísticos.

O recrutamento de Jô após a contusão de Leandro Damião foi decidido numa reunião de aproximadamente 30 minutos ainda no gramado do CT do Goiás, nesta quinta. Cuca, técnico do Atlético-MG, foi consultado sobre a liberação do jogador por telefone. Minutos depois da operação concluída a nota oficial sobre a convocação estava no site da CBF.

Na opinião deste blogueiro, a velocidade com que tudo foi feito é mais fruto da urgência provocada pela contusão de dois atacantes do que qualquer outra coisa. Além de Damião ter um problema na coxa direita, Fred treina e joga com uma costela fraturada.


Cruzeiro se assustou com Jô. E não pensou em Alex
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Há cerca de 20 dias, a diretoria do Cruzeiro parou de conversar com o procurador de Rafael Moura. A contratação foi praticamente arquivada por causa da divergência em relação ao tempo de contrato. O atacante queria assinar por três anos, e o clube por um. Em meio ao impasse, os dirigentes foram atrás de Jô, do Manchester City.

Uma consulta foi feita a representantes do jogador. E os cruzeirenses desistiram quando ouviram que o ex-corintiano recebe 66 mil euros (R$ 148,9 mil) por semana. A negociação também não seria fácil porque os ingleses não aceitariam emprestá-lo.

Depois dessa tentativa, os cartolas afirmam que ficaram sem opção. Avaliam que o time precisa de um centroavante renomado e que tenha facilidade para jogar dentro da área. O recém-chegado Ortigoza não é exatamente o que procuravam. Agora esperam que algum empresário apareça com um negócio da China: centroavante bom e que seja liberado de graça ou emprestado por um preço razoável.

Situação semelhante vive um ídolo da torcida, mas que joga em outra posição: o meia Alex. Ele já pode assinar pré-contrato e deixar o Fenerbahce sem pagar nada em junho. O Cruzeiro não o procurou e nem pensa em fazê-lo agora.

Os dirigentes dizem que não há carência nessa posição e que já têm meio-campistas caros, como Montillo, Roger e Gilberto. Não querem pagar um salário alto para outro jogador do setor. Só pensarão nisso no segundo semestre, pois existe a expectativa de que Montillo seja vendido. Mas aí será tarde para repatriar Alex.


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