Blog do Perrone

Arquivo : Orlando Rollo

Atacado, vice do Santos diz que presidente é quem deve pensar em renúncia
Comentários Comente

Perrone

Em depoimento ao blog, por meio de aplicativo de troca de mensagens por celular, Orlando Rollo, vice-presidente do Santos, rebateu declarações de José Carlos Peres. Nesta segunda (24), em entrevista ao canal “Bandsports”, o presidente santista, alvo de dois pedidos de impeachment, sugeriu que seu desafeto renuncie. Ainda disse que o vice nada fez na administração e que teve que buscar sozinho recursos no mercado financeiro. Afirmou também que a votação entre sócios no sábado (29) é uma nova eleição entre ele e o vice.

Abaixo, leia a resposta de Rollo.

“Sábado é o julgamento de dois processos administrativos (de impeachment) em que ele se colocou como réu. Não sou candidato a nada.

Ele é centralizador. Não foi eleito sozinho. Eu e os membros do Comitê de Gestão queremos ajudar, mas ele se acha onipotente. E não é.

Acho estranho ele falar em renúncia minha já que ele se colocou como réu em dois processos de impeachment. Ele que poderia estar pensando nessa possibilidade pelo bem do clube, já que não existe mais governabilidade.

Cogito a renúncia apenas no caso de assumir a presidência e constatar não haver a mínima governabilidade para poder administrar o clube. Neste caso, consultaria as forças vivas do Santos, que decidiriam sobre eventual renúncia. Essa é a prova de que não tenho apego ao poder. O Santos está acima de tudo e de todos.”

Leia também:

Acusações de irregularidades ameaçam Santos de encarar nó Jurídico

Procon vê irregularidade do Santos com veto a pagamento em dinheiro

Mais um membro do Comitê de Gestão do Santos pede desligamento


Acusações de irregularidades ameaçam Santos de encarar nó jurídico
Comentários Comente

Perrone

A série de acusações de irregularidades no processo de impeachment de José Carlos Peres, feitas pelos dois lados, ameaçam o Santos de encarar um nó jurídico.

Às vésperas da votação dos sócios para selar o destino do dirigente, situacionistas e opositores enxergam argumentos para questionar o pleito na Justiça.

Do lado de Peres, há uma queixa sobre a reunião do Conselho Deliberativo que aprovou dois pedidos de afastamento dele. A reclamação é relacionada ao fato de os membros da Comissão de Inquérito e Sindicância, sem direito a voto, terem assinado a lista de presença. Seus nomes, porém, não contaram para calcular o quórum.

O presidente do clube entende que a participação deles deveria ser contabilizada. Se isso tivesse ocorrido, o número mínimo de votos exigidos para o impeachment não teria sido alcançado. O grupo do dirigente estuda se irá à Justiça para tentar anular o resultado da reunião.

Outro motivo de confusão está ligado à relação de sócios que poderão votar no próximo sábado. O presidente vê suspeitas de irregularidades na habilitação de associados para participar do pleito. A diretoria registrou um boletim de ocorrência e entregou documentos à polícia.

Em tese, a investigação policial pode dar motivo para Peres contestar um eventual resultado negativo nas urnas, questionando a habilitação de diversos sócios.

Desconfiando que gente interessada no impeachment estava pagando mensalidades de sócios em atraso em dinheiro para não deixar rastros, Peres proibiu a quitação em cash. Associado inconformado acionou o Procon, que considerou a prática ilegal. Mesmo assim, a diretoria manteve a proibição.

O episódio dá margem para quem não conseguiu pagar as taxas ir à Justiça na tentativa de impedir a votação ou questionar o resultado. Os opositores são os principais interessados no questionamento sobre o veto a dinheiro nos pagamentos.

“Por enquanto, nada interfere na assembleia”, disse ao blog o presidente do Conselho Deliberativo do Santos, Marcelo Teixeira, em relação ao risco de ações prejudicarem a votação.

Se o resultado da votação ou da reunião do conselho forem questionados, o Santos deverá amargar uma dura disputa nos tribunais sobre quem comanda o clube.

A oposição diz ainda estudar pelo menos mais um pedido de impeachment, além dos dois atuais, caso Peres saia vitorioso no sábado.

Outro fator que ameaça a governabilidade no clube é uma crise no Comitê de Gestão (CG). Com nove cadeiras disponíveis, o órgão tem hoje apenas cinco membros, após quatro renúncias. É o número mínimo para que o grupo possa se reunir e tomar decisões.  Os novos indicados precisam ser aprovados pelo Conselho Deliberativo. Sucessivas recusas de nomes podem travar o funcionamento do CG.

De acordo como o estatuto do Santos, o comitê é o órgão responsável pela administração e gestão executiva do Santos.

Nesse caldeirão ainda ferve a briga entre Peres e seu vice-presidente, Orlando Rollo. Com frequência ambos se atacam publicamente.

Para muitos conselheiros, o alvinegro vive a pior crise da sua história. “As crises políticas ocorrem em quase todos os clubes, com maiores ou menores proporções. A questão é em tão pouco tempo de gestão ter divergências e problemas de relação entre presidente e vice, além dos erros que geraram processos que estão sendo avaliados pelo quadro associativo”, analisou Teixeira. Presidente do conselho e ex-presidente do clube, ele é uma das principais lideranças políticas na Vila Belmiro.

Leia também:

Procon vê irregularidade do Santos com veto a pagamento em dinheiro

Mais um membro do Comitê de Gestão do Santos pede desligamento

Sociedade em empresa para agenciar atletas faz Peres correr risco no Santos

 


Mais um membro do Comitê de Gestão do Santos pede desligamento
Comentários Comente

Perrone

O Comitê de Gestão do Santos sofreu mais uma baixa nesta sexta (21). José Carlos de Oliveira entregou seu pedido de desligamento. Ele confirmou a decisão ao blog, porém não revelou seus motivos.

“Entreguei a carta da minha saída para o presidente do Conselho Deliberativo, Marcelo Teixeira, e disse a ele que, como foi o conselho que me indicou para o cargo, vou explicar os motivos primeiro para o órgão”, declarou Oliveira. Ele informou que enviou uma cópia do documento para José Carlos Peres, presidente do clube e alvo de dois pedidos de impeachment.

O Comitê de Gestão, criado para auxiliar os presidentes santistas na administração, tem nove cadeiras. Com a saída de Oliveira, apenas cinco estão ocupadas por causa de uma série de pedidos de afastamento. É o número mínimo permitido pelo estatuto.

Entre os componentes estão Peres e seu vice e desafeto Orlando Rollo. Também permanecem Pedro Henrique Dória Mesquita, Estevam André Robles Juhas e Fábio José Cavanha Gaia.

Antes de Oliveira, tinham saído do comitê Andrés Rueda Garcia, Urubatan Helou e Hanie Hissa.


Opinião: falta amor pelo Santos e sobram interesses pessoais entre cartolas
Comentários Comente

Perrone

Os caras estão mais preocupados com eles do que com o Santos. Essa é a primeira conclusão extraída da crise política do clube.

Fosse diferente o presidente José Carlos Peres, alvo de dois pedidos de impeachment, e o vice Orlando Rollo teriam procurado se entender para tentar salvar a instituição.

Porém, na briga pelo trono presidencial preferem expor o clube com entrevistas em que um esculhamba o outro e até com estocada por meio do site oficial do Santos.

Parece até plano de torcedores rivais para afundar na lama um dos clubes com passado mais glorioso do mundo.

E não são só eles. Ex-funcionários e atuais, a maioria ligada à política do clube, capricham para deixar a Vila Belmiro vermelha de vergonha.

O exemplo mais emblemático é o do ex-empregado e ex-aliado eleitoral de Peres que se jogou no carro do presidente vociferando por conta do emprego perdido.

Conselheiros torturam o Santos e seus torcedores promovendo batalhas que têm como único efeito prático a exposição da agremiação.

As seguidas acusações de ameaças de morte devidamente registradas em delegacias também ferem o alvinegro.

Nesse saco de gatos tem até empresário de jogadores apoiando o impeachment.

Com exceção do agente de atletas, não dá para entender como toda essa gente, principalente presidente e vice, não se une pelo bem do clube. Ou melhor, dá, sim. A explicação está no começo deste post.


Acusações de ameaça de morte e “barracos”. A crise política no Santos
Comentários Comente

Perrone

A guerra política no Santos transformou a Vila Belmiro em um palco de cenas insólitas, barracos e até acusações de ameaças de morte.

Tanto os apoiadores dos pedidos de impeachment do presidente José Carlos Peres como os defensores do dirigente relatam serem vítimas de atos de hostilidade.

Mais de um boletim de ocorrência já foi registrado por conta da crise política.

Entre os casos de polícia está uma acusação feita pelo conselheiro Márcio Antônio dos Santos Rosas contra Marcos Maturana, gerente das categorias de base do clube.

Rosas alega que no jogo contra o Sport, na Vila, foi hostilizado por três homens desconhecidos. Na saída, após a vitória santista por 3 a o, segundo seu relato, Maturana o ameaçou de morte.

“Ele disse que me mataria se eu criticasse a base do Santos ou o chamasse de padeiro”, afirmou o conselheiro. O boletim de ocorrência foi registrado no dia 6 de setembro.

Maturana, dono de padaria, nega que tenha feito a ameaça. “Pela minha educação, jamais faria isso. Só disse que quando ele quiser falar alguma coisa de mim fale pessoalmente. Ele escreveu (em rede social) que sou padeirinho distraído. Não é só comigo, ele tem o costume de ofender as pessoas”, declarou o gerente.

Ele afirmou desconhecer o boletim de ocorrência registrado por seu desafeto. Por sua vez, Rosas declarou que também acionou Maturana, conselheiro licenciado, na Justiça.

Rosas disse ainda que por conta do clima violento no clube já foi duas vezes para a Vila com dois seguranças, tendo gasto R$ 600 em cada oportunidade.

Peres também acabou envolvido em um “barraco” na saída da sede do Santos na noite em que seu impeachment foi aprovado pelo conselho deliberativo (agora os sócios decidirão se referendam o afastamento).

A cena de fazer inveja em diretor de novela das nove aconteceu quando um ex-funcionário do clube, demitido pelo cartola, se jogou em cima do carro do presidente aos berros. “Tu foi pilantra comigo (sic). Você vai engolir esse crachá. Você foi safado comigo, viu, Peres”, berrava o ex-funcionário, diante de excitadas câmeras de celulares.

O presidente já havia registrado um boletim de ocorrência por ameaças atribuídas ao mesmo homem, que foi seu aliado na campanha eleitoral.

As trocas de acusações dos dois lados continuaram depois da votação no conselho na última segunda. A partir de então, o cenário tragicômico ficou completo com pesado tiroteio entre Peres e seu vice, Orlando Rollo, que assumirá o cargo em caso de afastamento definitivo do ex-aliado.

 


Tendência é turbulência política no Santos continuar com ou sem Peres
Comentários Comente

Perrone

A aprovação dos pedidos de impeachment de José Carlos Peres pelo Conselho Deliberativo do Santos nesta segunda está longe de representar a diminuição da turbulência política na Vila Belmiro.

Primeiro porque haverá agora uma dura disputa pelos votos dos associados, que têm o poder de referendar ou rejeitar o afastamento do presidente por maioria simples.

Caso o impeachment seja aprovado, Orlando Rollo, vice-presidente eleito com Peres, assumirá a presidência do clube e do Comitê de Gestão.

Aqui aparece o segundo problema. Rollo também sofre alta rejeição de parcela significativa do conselho. Entre os que rejeitam o cartola estão conselheiros que vivem em São Paulo e também tradicionais de Santos.

O descontentamento com Rollo é tanto que parte dos críticos de Peres viveu uma dúvida cruel sobre se valeria afastar o presidente para colocar o vice, que não tem a simpatia deles, no poder.

Isso significa que se Rollo assumir o comando enfrentará a mesma marcação cerrada de opositores encarada por Peres, com quem entrou em rota de colisão rapidamente.

Ou seja, a temperatura política não tende a baixar se ele for empossado.

Inicialmente, já haverá pressão para que o eventual novo presidente não deixe de investigar atos da administração passada, comandada por Modesto Roma Júnior.

Uma vitória de Peres na assembleia geral não daria garantias a ele de tocar o mandato de maneira mais tranquila.

Isso porque as divergências entre Peres e Rollo aumentaram durante o processo de impeachment. Além disso, a campanha pelo afastamento do cartola organizou e fortaleceu a oposição.

O presidente é acusado de cometer irregularidades que ele nega. Entre as acusações está a participacão no quadro societário de uma empresa habilitada para negociar e agenciar jogadores.

A Saga Talent só foi oficialmente encerrada depois de a presença de Peres como sócio ser revelada pelo blog. O cartola diz que na práticca a companhia já estava desativada quando ele se elegeu.

O estatuto santista veta a participação do presidente em empresas que negociam ou agenciam jogadores.


Presidente santista diz ter número de celular exposto e sofre pressão
Comentários Comente

Perrone

Os dias seguintes à goleada de 5 a 1 sofrida diante do Grêmio, no último domingo, têm sido de cobranças para a cúpula santista. As queixas são feitas por conselheiros e torcedores. Para piorar, o presidente José Carlos Peres e seu vice, Orlando Rollo, reclamam que os números de telefones celulares deles foram expostos em redes sociais.

Rollo disse ao blog ter sofrido ameaças de morte, entre outros incômodos. Já Peres, segundo a assessoria de imprensa do clube, sofreu, principalmente cobranças para contratar um meia para o time. Também conforme informou o departamento de comunicação do alvinegro, na tarde desta terça, o presidente tentava identificar a origem do vazamento para tomar providências na Justiça. Ele deve trocar o número de telefone.

Por sua vez, Rollo declarou que o responsável por espalhar os números telefônicos já foi identificado, mas não soube dizer quem é o suspeito. “O caso está com o departamento jurídico. Os que ameaçaram também já foram identificados e vão ser processados”, afirmou o vice-presidente.

A pressão pela chegada por um meia também é feita por conselheiros. Assim como torcedores, eles entendem que a diretoria demora para resolver o que consideram um dos principais problemas da equipe. Ao final da última temporada, o time perdeu Lucas Lima para o Palmeiras.

Em fevereiro, Peres chegou a declarar que talvez acabasse com a carência em dez dias. O argentino Zelarayán, do mexicano Tigres, e Camilo, do Internacional, estão entre os atletas tentados. No começo do ano também foi feita uma consulta sobre a situação de Paulo Henrique Ganso no Sevilla, mas não houve evolução.

Colaborou Samir Carvalho, do UOL, em Santos


Em aniversário, Santos vê presidente pressionado por ligação com empresa
Comentários Comente

Perrone

O Santos comemora 106 anos de existência neste sábado (14) em clima de tensão política. A revelação pelo blog de que o presidente José Carlos Peres é sócio de uma empresa de marketing, agenciamento de jogadores e intermediação de vendas de atletas deixou o dirigente pressionado.

A tese de o caso merecer um pedido de impeachment por supostamente ferir o estatuto se alastrou na oposição. O clima na Vila Belmiro já é de articulação política com o objetivo de que a comissão de ética e sindicância do conselho deliberativo examine se há motivo para o impedimento do dirigente e submeta seu parecer ao órgão. Para isso, é necessário que conselheiros apresentem um requerimento ao conselho. Eventual aprovação do impeachment ainda teria que passar pelo voto dos associados.

O estatuto santista impede membros do comitê de gestão do clube de serem procuradores, agentes ou empresários de jogadores e de manterem sociedade com pessoas atuantes nessa área.

Na diretoria também há quem considere a ligação do dirigente com a Saga Talent Sports & Marketing grave e merecedora de maiores explicações. A possibilidade de o pedido de impeachment é vista como real por quem pensa assim na direção, apesar de Peres minimizar o fato.

Ao blog, o cartola disse que a Saga Talent nunca funcionou e que seu contador já pediu o fechamento dela, mas “fechar empresa no Brasil é complicado”. O argumento foi visto como frágil por integrantes da oposição e por pelo menos um membro da direção.

Também há pressão nos bastidores para o afastamento de Ricardo Marco Crivelli, o Lica, da gerência das categorias de base. Ele aparece entre os sete sócios da Saga Talent.

Em caso de impeachment, o estatuto alvinegro prevê que o vice-presidente assuma o posto. Atualmente, o cargo é ocupado por Orlando Rolo, cartola que mantém relação turbulenta com Peres.

 

 


Sociedade em empresa para agenciar atletas faz Peres correr risco no Santos
Comentários Comente

Perrone

José Carlos Peres, presidente do Santos, aparece entre os sócios da  Saga Talent Sports & Marketing, empresa que tem em seu contrato social a “administração e o gerenciamento de carreiras de atletas profissionais e amadores” como um de seus objetos. Outra atividade é “a intermediação na negociação de direitos federativos de atletas, tanto no país como no exterior”. Porém, o estatuto santista impede os membros do comitê de gestão do clube de serem procuradores, agentes e empresários de jogadores e de manterem sociedade com quem exerce tais atividades.

Baseados nessa proibição, conselheiros do clube analisam a possibilidade de colher assinaturas de colegas com o objetivo de pedirem a abertura de um processo de impeachment contra Peres no conselho deliberativo. A alegação é a de que ele teria desrespeitado o estatuto por fazer parte da empresa. Como presidente do Santos, ele preside também o comitê de gestão.

Procurado pelo blog, Peres minimizou o tema. “Empresa inativa há vários anos. Nunca funcionou. Criada por sete santistas, está para fechar há vários anos. Ridículo”, afirmou o dirigente em mensagem de texto por celular. Ele não negou a previsão de atuação relacionada a jogadores no contrato social, ao qual o blog teve acesso.

Indagado sobe o motivo de a Saga Talent ainda não ter sido fechada, o cartola respondeu: “meu contador já fechou, precisa dar baixa. Fechar empresa no Brasil é complicado. Mas esta empresa nunca funcionou”.

No site da Jucesp (Junta Comercial de São Paulo), a ficha cadastral da Saga Talent aponta o início das atividades da empresa em 2 de fevereiro de 2005 e não há registro de encerramento de sua atuação. Como objeto social aparece apenas “criação de estandes para feiras e exposições”.

A ficha traz ainda o registro de “pendência administrativa”.

A última movimentação anotada na ficha é de março de 2005, sobre a existência de outra sociedade com nome similar.

Peres é citado como um dos sete sócios com participação de R$ 40 mil no capital que é de R$ 100 mil. Seus parceiros na empreitada têm participação de R$ 10 mil cada.

No quadro societário, também aparece Ricardo Marco Crivelli, o Lica. Ele foi nomeado por Peres como gerente das categorias de base do Santos. “O Lica foi contratado na gestão do Marcelo Teixeira como observador, prosseguindo nas gestões do Laor (Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro) e do Odílio Rodrigues. Trouxe ao clube várias joias. Está desde janeiro como gerente da base, respondendo ao gerente executivo da base. Não tem nenhum arranhão em sua vida”, afirmou o presidente santista.

Caso os conselheiros decidam pedir o impeachment, o requerimento deve ser entregue a Marcelo Teixeira, presidente do conselho. O cartola teria cinco dias para encaminhar o documento para a comissão de inquérito e sindicância do órgão. Peres teria dez dias, a partir da notificação. para apresentar sua defesa. Cabe à comissão mostrar ao conselho parecer recomendando ou não eventuais impedimentos de presidentes. Se o parecer for aprovado por dois terços dos conselheiros, ele segue para escrutínio em assembleia geral dos sócios, que tem o poder de afastar presidentes do clube com votação por maioria simples.

O estatuto santista prevê que, em caso de impedimento do presidente, o vice assume o cargo. Atualmente, o posto é ocupado por Orlando Rollo, que vive relação turbulenta com Peres.


< Anterior | Voltar à página inicial | Próximo>