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Reintegração ou rescisão é proposta de Felipe Melo ao Palmeiras
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Reintegra ou negocia. Esse é o tom que Felipe Melo e seus representantes pretendem adotar em encontro com dirigentes do Palmeiras previsto para o início da próxima semana. Na última sexta, o clube informou ao volante a intenção de fazer a reunião para discutir a situação dele após notificação extrajudicial enviada ao alviverde no dia anterior.

No documento, o atleta pede sua reintegração apontando que no entender dele seus direitos trabalhistas foram desrespeitados com a ordem para que treine separadamente dos colegas. No entendimento dos advogados do volante, essa situação dá brecha para que ele consiga sua rescisão na Justiça. Na prática, formalização do pedido é uma forma de amolecer o clube em relação à eventual saída do jogador.

O entendimento do estafe jogador é de que Felipe está sendo prejudicado principalmente por ter uma carga menor de treinamentos em relação ao restante do time, tendo sua preparação para exercer a atividade profissional prejudicada. O fato de Cuca deixar claro que o volante não faz parte mais dos seus planos e ao mesmo tempo o diretor executivo Alexandre Mattos dizer que não será fácil ele sair é apontado como uma contradição. O argumento é de que se não há interesse em continuar com o jogador a melhor saída é trabalhar com boa vontade para que uma transferência se concretiza.

Mais do que isso, a atitude do Palmeiras é vista no entorno do jogador como uma ação que além de desvalorizar o atleta assusta os interessados. Até agora ninguém fez proposta oficial por ele. Um dos motivos seria a percepção do mercado de que o Palmeiras vai pedir alto para liberar o atleta ou ser inflexível em relação a eventuais trocas, restringindo as possibilidades. A avaliação também é de que os pretendentes esperam para ver se o volante vai tentar e conseguir a liberação na Justiça.

Nesse cenário, Felipe deve argumentar que o melhor caminho é uma rescisão amigável, que facilitaria as negociações com outros clubes, que não precisariam pagar ou ceder jogadores ao Palmeiras. Mas o acordo não é fácil. Em janeiro, ele assinou contrato por três anos e nenhuma das partes está disposta a perder dinheiro para encerrar o imbróglio.

 


Felipe Melo envia notificação para pedir reintegração no Palmeiras
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Com Danilo Lavieri, do UOL, em São Pulo

Advogados contratados por Felipe Melo encaminharam nesta quinta uma notificação extrajudicial ao Palmeiras na qual o jogador pede o seu retorno às atividades normais do time alviverde. Na prática, o documento é um pedido para que ele seja reintegrado ao elenco. Faz cerca de 15 dias que o volante foi afastado e está treinado separadamente dos colegas.

O documento aponta para o clube que, no entendimento do jogador, ele não está recebendo condições de trabalho iguais às dadas aos seus companheiros. Assim, a agremiação estaria cometendo uma irregularidade. A legislação determina que todos os empregados devem ter tratamento e condições iguais para desempenhar suas funções.

Por essa linha de raciocínio, Melo não está podendo se preparar de maneira adequada para desenvolver sua atividade profissional.

O comunicado não informa o que será feito se o alviverde não reintegrar imediatamente o atleta. Porém, notificações extrajudiciais costumam ser um dos últimos passos em busca de acordo antes de disputas judiciais. Há casos semelhantes em que jogadores acionaram a Justiça para obter rescisão contratual sem precisarem pagar multa sob a alegação de estarem sendo impedidos de trabalhar.

O Palmeiras confirma que recebeu a notificação, mas não se manifestou sobre o tema.

O estafe de Felipe Melo não entrou em contato com o time e não se manifestou sobre o ato.


Muita sondagem e nada concretizado. A situação de Felipe Melo
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No famoso áudio em que Felipe Melo comentava seu problema com Cuca no Palmeiras, ele dizia que nunca esteve tão fácil para o Flamengo contar com seu futebol. Cerca de dez dias depois de seu afastamento, porém, não está nada fácil para o volante definir seu futuro.

Até o momento em que este post foi publicado, não havia nenhuma negociação bem encaminhada, de acordo com pessoas próximas ao jogador. As mesmas fontes alegam que são inúmeras sondagens pelo atleta. A maioria de clubes brasileiros. Algumas conversas estão acontecendo, mas nenhuma está perto de se concretizar numa transferência.

Nem mesmo o Galatasaray, ex-time turco do brasileiro e que imediatamente deixou aberta a possibilidade do retorno dele, enviou proposta.

As explicações para a demora são os vencimentos do jogador considerados altos para o mercado brasileiro e a promessa de Alexandre Mattos, executivo palmeirense, de que a liberação não seria facilitada, o que sugere uma alta pedida para aceitar a transferência.

Não existe nem uma definição se o volante será emprestado ou negociado definitivamente.

 


Palmeiras pode perder Felipe Melo na Justiça? Advogados divergem
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O fato de o Palmeiras anunciar que Felipe Melo não jogará mais pelo time e de deixar o jogador treinando separadamente dos demais dá brecha para ele pedir a rescisão do contrato na Justiça, saindo sem pagar nada? E as ofensas feitas pelo volante ao técnico Cuca em mensagem de voz que circulam nas redes sociais? Elas dão o direito do clube de demitir o volante por justa causa? O blog ouviu quatro advogados sobre o assunto e não há consenso.

Dois especialistas avaliaram que o atleta pode e já deveria ter acionado o clube por assédio moral. Nesse caso, além da rescisão, pediria o pagamento de seus salários até o fim do contrato, no final de 2019. Um deles, junto com outro dos consultados, entende também que o clube pode estudar a demissão por justa causa do atleta por causa do áudio em que, mesmo sem citar o nome de Cuca, classifica o treinador como covarde e mau caráter.

“Se o clube admitiu que não vai contar mais com o jogador, já foi configurado assédio moral. E se admitiu que vai colocar para treinar longe dos outros, eu entraria com ação alegando que houve violação do direito de ocupação efetiva (que proíbe a manutenção arbitrária do trabalhador em inatividade). Colocar o jogador para treinar separadamente é como mandar o seguinte recado: ‘você vai ficar largado. Pede para sair. Se não pedir, sua vida vai ser um inferno'”, afirmou João Chiminazzo. Ele foi o único dos advogados que não pediu para ficar no anonimato por razões profissionais.

Chiminazzo esclareceu que nesse caso, pediria que o clube pagasse os salários de Felipe até o final do contrato. Para ele, o Palmeiras não pode demitir o jogador por justa causa por entender que o alvo do volante foi o treinador. Só Cuca poderia acionar a Justiça contra o atleta.

Vale lembrar que a demissão por justa causa deixaria o atleta livre para acertar com outro clube, apesar de nesse caso ser possível a agremiação cobrar dele a multa rescisória por suposta configuração de rescisão contratual.

Para os dois advogados que entendem não haver neste momento como Felipe alegar que houve assédio moral e que está sendo impedido de trabalhar tudo depende de como será o tratamento dado a ele nos próximos dias. O argumento é o de que deixar o jogador treinando longe dos demais profissionais não chega a ser um problema. A opinião é de que o assédio só seria configurado no caso de repetidas situações constrangedoras para o jogador ou ações discriminatórias. Por exemplo: proibir o atleta de usar determinadas instalações do centro de treinamento. Tais medidas poderiam ser vistas como pressão do empregador para forçar o empregado a pedir a rescisão do contrato.

Se o Palmeiras deixar os treinos isolados se arrastarem por muito tempo, pode, na opinião dos advogados, dar brecha para a alegação de assédio moral. Nos julgamentos sobre acusações desse tipo de conduta, a Justiça leva em conta principalmente a repetição do ato e a intenção do empregador de desestabilizar emocionalmente o empregado a fim de forçar o funcionário a deixar o emprego.

O volante treinou pela primeira vez sem seus colegas na última terça.

Um dos quatro especialistas que conversaram com o blog, opinou que a melhor solução para as duas partes é o acordo para a saída do atleta. Em definitivo ou por empréstimo. Isso porque qualquer decisão na Justiça tende a ser mais demorada do que uma saída amigável. E os dois lados teriam trabalho para produzir suas provas. Não seria simples o jogador comprovar o assédio moral ou que está sendo impedido de exercer suas funções. Também não seria simples para o Palmeiras emplacar a justa causa e querer receber dinheiro do volante, além do fato de deixar Felipe livre para negociar com outro clube.

 


Afastamento de Felipe Melo também aumenta pressão sobre Mattos
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A cobrança para Cuca fazer o Palmeiras avançar na Libertadores aumentou depois do afastamento de Flipe Melo anunciado por ele, mas o treinador não é o único que sofre pressão maior após o episódio. Alexandre Mattos está na mesma situação.

Internamente, os problemas com o volante são avaliados como parte dos erros de planejamento que teriam sido cometidos pelo diretor executivo. Felipe é visto como mais uma contratação cara negociada pelo dirigente que não rendeu o esperado. Borja é outra. Com Michel Bastos, não tão caro, eles formam um trio trazido pelo cartola e visto com resistência pelo treinador.

De maneira geral, conselheiros e até gente do departamento de futebol entendem que Mattos montou um time caro e que não corresponde aos investimentos. O fato de Cuca fazer restrições a contratações tão badaladas serve para sustentar o argumento.

Recentemente, antes do imbróglio com Felipe Melo, o dirigente ainda viu Leila Pereira, patrocinadora do clube por meio da Crefisa e da FAM (Faculdade das Américas), diminuir o tom na defesa dele. Em entrevista ao canal ESPN Brasil, ela disse que não considera o diretor intocável. Para o Esporte Interativo, ela havia afirmado que reveria seus investimentos se Mattos fosse demitido. Agora, a empresária declarou que confia no dirigente e precisa conhecer melhor um eventual substituto antes de fazer novos investimentos. Mas deu a entender que não tentaria interferir caso o clube decidisse pela demissão do cartola.

Mattos enfrenta permanentemente a resistência de conselheiros, principalmente dos mais ligados ao ex-presidente Mustafá Contursi, por causa dos altos gastos no departamento do futebol, apesar de o dinheiro vindo das empresas de Leila financiar a maior parte dos reforços. O afastamento de Felipe Melo só aumentou os argumentos deles para fazer pressão pela demissão do dirigente remunerado já que o Palmeiras ficou com um jogador que custou caro e ganha muito sem poder ser aproveitado.


Opinião: todos erraram no caso Felipe Melo
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Na opinião deste blogueiro, o caso Felipe Melo é daqueles em que todos brigam e ninguém tem razão. Erros da diretoria, do jogador e de Cuca culminaram com o afastamento do volante.

A diretoria errou no planejamento. Ao demitir Eduardo Baptista e contratar Cuca assumiu o risco de ter um treinador incompatível com pelo menos parte do time montado. E a incompatibilidade entre Cuca e Felipe é evidente.

Além disso, os cartolas deram um passo incerto ao trazerem o ex-jogador da seleção brasileira. Suas qualidades são tão conhecidas quanto seu temperamento explosivo, difícil. Eles instalaram uma bomba-relógio no clube e não souberam desarmá-la.

Por sua vez, Cuca tinha a obrigação de se empenhar mais para aproveitar uma das principais contratações do alviverde nesta temporada. Técnico não pode simplesmente dizer que um jogador desse nível não se encaixa no seu esquema tático e deixar a direção ameaçada de tomar prejuízo. Ele deveria encontrar uma maneira de aproveitar Felipe.

Um bom exemplo é Jô no Corinthians. Fábio Carille conseguiu dele mais movimentação do que costumava ter para se encaixar em seu sistema de jogo. Obviamente, isso depende da vontade do atleta em mudar.

Cuca alegou em entrevista coletiva que se antecipou a uma crise ao afastar o volante, pois um jogador do porte dele na reserva se transformaria em problema. Se foi isso mesmo, a atitude não condiz com os deveres de um treinador de ponta. É parte do trabalho de um técnico competente administrar vaidades e crises.  Apenas tirar o abacaxi de seu colo é cômodo e fácil. Pra fazer isso, um treinador iniciante, mais barato, basta.

Já Felipe Melo falhou por não seguir à risca o que disse pouco depois de chegar ao clube. Ele prometera se sacrificar pelo Palmeiras. Aceitar a reserva sem criar problemas é um sacrifício. De acordo com a apuração do blog, na última sexta, o atleta reagiu mal ao saber que não seria relacionado para o jogo com o Avaí. A partir daí começou a discussão que agravou sua crise de relacionamento com o comandante. Trata-se de um atleta calejado a ponto de saber controlar suas insatisfações, mas não conseguiu.

O volante falhou ao não controlar seu temperamento. Não só neste episódio, mas desde que desembarcou no Palmeiras. Cada caso foi irritando Cuca, como a discussão do jogador com o preparador físico Omar Feitosa.

Felipe entrou no Palmeiras sem bater na porta. Fez o que lhe deu na telha. Não entendeu que não era soberano no clube e que deveria seguir regras comportamentais. Abusou no desejo de liderar e se impor. Agora paga o preço por bater de frente com quem conquistou a torcida antes dele.

Todos saíram perdendo com a sucessão de erros. E o maior perdedor nesse história, claro, é o clube.


Encostado por Cuca, Felipe Melo já tem nome trabalhado no Galatasaray
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Logo após saber do afastamento de Felipe Melo do jogo contra o Avaí neste sábado e que dificilmente o volante permanecerá no clube, o Galatasaray deixou aberta a possibilidade de trazer o brasileiro de volta. A um interlocutor do jogador, a direção do clube turco disse ter interesse no retorno. Primeiro, porém, é preciso que se resolva oficialmente a situação dele com o clube alviverde, que ainda não confirmou a decisão de negociar o atleta. Tudo depende do que os palmeirenses vão exigir em caso de transferência.

De acordo com gente próxima a Felipe, ficou claro numa conversa nesta sexta entre ele e Cuca, na presença do diretor executivo Alexandre Mattos, que o jogador não atuará mais pelo clube. Por essa versão, além  da questão técnica, o relacionamento entre ele e o treinador está deteriorado faz tempo.

Conforme apurou o blog, o volante não reagiu bem ao saber que seria barrado do jogo e iniciou-se uma discussão que ajudou a tornar improvável a permanência de Felipe no alviverde. Outro motivo é a convicção de Cuca de que Melo não é útil ao seu esquema tático. A assessoria de imprensa do jogador nega o desentendimento, mas o blog mantém a informação.

No entorno do volante, Cuca é visto como um técnico que se incomoda com a influência do ex-jogador da seleção brasileira no elenco e a força dele no clube.  A avaliação também é de que o episódio em que Felipe discutiu com o preparador físico Omar Feitosa, em maio, num treinamento, está entre os episódios que contribuíram para corroer a relação entre comandante e comandado. Outro capítulo listado ocorreu depois de o Palmeiras eliminar o Internacional na Copa do Brasil mesmo perdendo por 2 a 1 em Porto Alegre. Técnico e jogador assimilaram o resultado de maneira diferente. Felipe exaltou o desempenho do time, enquanto Cuca criticou a atuação e se disse preocupado por ainda ter muito a corrigir.

Publicamente, no entanto, o treinador nunca se queixou da força do volante no clube.

Um exemplo da influência dele foi dado após a eliminação na Copa do Brasil diante do Cruzeiro, na última quarta-feira. Depois do jogo, num hotel em Belo Horizonte, Mattos, foi duramente cobrado por Carlos Degon, conselheiro ligado à Mancha Alviverde. Entre outras coisas, ele dizia que Felipe tem que jogar.

Já na última sexta, pelo menos parte dos jogadores soube da iminente saída de Melo, um dos líderes do elenco. O jogador é visto por companheiros como um defensor dos colegas.

No início de 2017, o volante assinou contrato de três anos com o Palmeiras. No Galatasaray, ele jogou entre 2011 e 2015.


Levir já estreia com sombra de Elano
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Levir Culpi estreia nesta quarta no comando do Santos contra o Palmeiras com apoio integral de diretores e conselheiros do clube. Porém, o novo treinador já terá que conviver com a sombra de Elano, técnico interino nos últimos dois jogos.

O desempenho do auxiliar técnico virou referência no clube após as vitórias santistas nos dois jogos sob seu comando, por 1 a 0, contra o Botafogo, como mandante, e 2 a 0 sobre o Atlético-PR, em Curitiba.

Elano agradou não só pelos resultados, mas também por ter colocado em campo o meia Vecchio, desafeto de Dorival Júnior, logo em sua primeira chance no comando da equipe. Esse era um desejo de muita gente na Vila Belmiro que vê o argentino como esperança de melhora no meio-campo.

A relação de Elano com os jogadores e sua maneira de armar o time também receberam elogios.

Antes da contratação de Levir, pelo menos um membro da atual equipe de trabalho do futebol santista defendia a efetivação do auxiliar, mas a diretoria entendeu que era necessária a contratação de alguém mais experiente.

O ambiente atual é favorável ao treinador escolhido, mas se os resultados não aparecerem rapidamente, as comparações com o rendimento de Elano em apenas duas partidas serão inevitáveis e a sombra do auxiliar vai crescer. Mesmo depois de o ex-jogador dizer que não tem interesse em assumir o cargo de treinador agora.


Defesa de Leila Pereira aumenta pressão sobre Mattos no Palmeiras
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A defesa de Alexandre Mattos feita por Leila Pereira, dona da Crefisa em entrevista ao “Esporte Interativo” aumentou a pressão sobre o diretor-executivo de futebol do Palmeiras.

A ala que critica o dirigente usou a fala da patrocinadora para justificar sua tese de que o cartola montou um governo paralelo no clube. O raciocínio é de que conquistando a confiança da empresária e de seu marido, José Roberto Lamacchia, principais investidores palmeirenses, Mattos fica tão forte que pode até pressionar o presidente Maurício Galiotte, caso ele discorde de determinadas contratações, por exemplo. Até agora o presidente tem estado em sintonia com o executivo e os empresários.

Os críticos de Mattos reclamam da autonomia que ele tem para contratar desde a gestão de Paulo Nobre e consideram altos demais os gastos feitos por ele na montagem dos times desde sua chegada ao alviverde. Os tropeços da equipe atual deram munição para os detratores dele, que afirmam que os gastos com reforços em 2017 foram superiores a R$ 70 milhões.

Ao dizer que confia tanto em Mattos que vai rever seus investimentos caso ele deixe o clube, Leila fez desmoronar a esperança de críticos do executivo de que o casal de patrocinadores se voltasse contra ele por causa da campanha do time abaixo do esperado até aqui neste ano.

A maioria dos detratores do dirigente remunerado faz parte do grupo político de Mustafá Contursi. O ex-presidente cobra permanentemente uma política de austeridade financeira e recentemente se queixou em entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo” dos gastos feitos nos últimos anos com reforços. “Todo início de temporada trazemos dez jogadores. Ganhamos Copa do Brasil trouxemos mais dez. Conquistamos o Brasileiro outros dez. Para quê? É um exagero”, disse Contursi.

O ex-presidente foi o principal incentivador das campanhas vitoriosas de Leila e Lamacchia a cadeiras no Conselho Deliberativo. Porém, após a empresária sair em defesa de Mattos, é grande o risco de um embate direto entre ela e Contursi dentro do órgão.

 


Palmeiras tem interesse em ex-corintiano Bruno Henrique, do Palermo
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Bruno Henrique em sua apresentação no Palermo (Crédito: Site oficial Palermo)

Com José Edgar de Matos, do UOL, em São Paulo

O Palmeiras tem interesse em contratar o volante Bruno Henrique, do Palermo, e já fez sondagens para saber a viabilidade do negócio. A ideia é conseguir o empréstimo com opção de compra.

A direção do clube italiano entende ser viável a negociação com o alviverde e calcula o valor de venda do brasileiro em cerca de 4,5 milhões de euros.

Porém, os dirigentes do Palermo acreditam também no interesse do Flamengo no volante.

Conforme apurou a reportagem, o ex-jogador do Corinthians deseja sair do Palermo, rebaixado para a segunda divisão italiana na última temporada. A preferência de Bruno Henrique, no entanto, é permanecer na Europa.

Procurada, a assessoria de imprensa do Palmeiras afirmou que o clube mantém ”a política de não comentar especulações”.