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Contrato de 5 anos é caminho para Ganso voltar ao país e combater prejuízo
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Faz cerca de uma semana que Paulo Henrique Ganso espera o Sevilla responder à sua proposta de rescindir contrato em troca de desistir de receber pouco menos de 12 milhões de euros (aproximadamente R$ 48,4 milhões) a que teria direito por mais três anos e meio de contrato. Segundo o estafe do atleta, a direção da equipe espanhola ainda não deu uma posição ao meia.

A demora trava os eventuais interessados no brasileiro. Com a expectativa de que ele acerte sua liberação, ninguém deve apresentar oferta agora, pois isso significaria ter gastos com o Sevilla. O roteiro traçado pelos que monitoram o atleta é aguardar a liberação para negociar diretamente com ele.

Os principais mercados europeus estão fechados para transferências agora. Assim, é boa a possibilidade de Ganso voltar ao Brasil, o que incialmente ele descartava. O São Paulo tem interesse em repatriar seu ex-jogador. Chegou a fazer consultas ao representante dele, Pepe Dioguardi, no final do ano passado, mas o cenário naquele momento não era propício para a negociação.

Para o retorno ao Brasil acontecer, o estafe do meio-campista avalia que será necessário o interessado apresentar um contrato longo, de preferência por cinco anos. Quanto mais tempo de compromisso, maior será a chance de Paulo Henrique recuperar o dinheiro que ganharia até o fim de seu vínculo com o Sevilla ou de minimizar o prejuízo.

Para se ter uma noção de quanto Ganso teria que receber no Brasil para compensar o que ele deixaria de ganhar no Sevilla, um contrato por cinco temporadas precisaria render aproximadamente R$ 9,68 milhões anuais ou R$ 806,6 mil mensais. Vale lembrar que luvas e outras bonificações poderiam ser diluídas no pagamento feito por mês. Não se pode descartar a hipótese de ele aceitar embolsar menos do que na Europa.

Em termos comparativos, se Lucas Lima cumprir os cinco anos de contrato que assinou com o Palmeiras, o alviverde vai gastar entre luvas e salários cerca de R$ 57 milhões, como mostrou o UOL Esporte.

A permanência de Ganso no Sevilla é considerada remota pelo estafe dele. O agente do meia deixou claro para a diretoria que o atleta não tem interesse em continuar no clube. Ele está descontente por avaliar que mesmo tendo bons desempenhos quando entra no time não recebe mais oportunidades.


Opinião: Kazim caminha para ser “Muralha” do Corinthians
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As vaias recebidas por Kazim na vitória alvinegra por 2 a 1 sobre o São Paulo, no último sábado (27), embalam ainda mais o atacante no caminho para se transformar no “Muralha” do Corinthians.

A rejeição da Fiel ao turco tende a se igualar à demonstrada por flamenguistas ao goleiro, agora emprestado ao Albirex Niigata (JAP), caso a sequência de fracas atuações não seja interrompida. Não só no estádio, mas nas redes sociais, a torcida mostra sua impaciência com o atleta.

Os números também gritam contra o atacante. De acordo com o site “Footstats”, em três jogos no Campeonato Paulista, o centroavante fez apenas duas finalizações, ambas erradas. Assim, segue sem marcar gols.

O reserva Júnior Dutra, seu principal concorrente por uma vaga no time titular, em quatro participações finalizou sete vezes, acertando a pontaria em três. Autor de um gol na competição, ele é o segundo maior finalizador da equipe com sete conclusões. Fica atrás apenas de Jádson, que finalizou 11 vezes, sendo sete de maneira correta, em quatro jogos.

A comparação com Dutra também é cruel para Kazim no quesito perda de posse de bola. O “gringo da favela” acumula nove perdas contra quatro do colega.

O corintiano descontente com o substituto de Jô nem precisa ver as estatísticas para chiar. Erros básicos como a dificuldade de dominar a bola elevam o grau de irritação da Fiel.

Se por um lado, em maio a avalanche de críticas, Carille apoia Kazim, por outro joga mais pressão no atacante ao cobrar da diretoria a contratação de um camisa 9.

Para preservar o jogador, os nervos da torcida, sua imagem de bom treinador e principalmente o futebol do Corinthians, Carille precisa deixar o atacante por um tempo só treinando. Vai que ele melhora. Continuar entrando em campo agora só vai expor as deficiências e tornar sua permanência no clube insustentável, como aconteceu com Muralha na Gávea.


Relação de Cueva com líder da Independente é alvo de questionamento
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A situação de Cueva no São Paulo coloca em discussão a relação dele com a cúpula da principal torcida organizada do clube, a Independente. Sua suposta proximidade com Priscila, como é conhecido um dos líderes da uniformizada, é apontada por torcedores descontentes como motivo para o peruano se sentir à vontade a ponto de peitar a direção do clube.

Essa crítica foi feita no perfil “Independente – Movimento Tradição”, grupo de oposição da uniformizada, no Facebook. Postagem que comenta o fato de o atacante ser considerado descompromissado com a equipe pelo diretor executivo Raí diz que “Cueva se acha acima do bem e do mal porque um dos donos da torcida fica pagando de bacana com ele na balada ou já se esqueceram do que aconteceu em Florianópolis após o péssimo resultado contra o Avaí? Estão aí as fotos dele com o Priscila, pouco se f… para o SPFC que na ocasião estava na zona de rebaixamento do Brasileirão-2017”.

Acompanham o texto fotos em que Cueva aparece ao lado de Priscila no que seria uma balada na capital catarinense. Os registros teriam sido feitos depois do empate em um gol com o Avaí no ano passado.

O blog não localizou Priscila para comentar o assunto. Já Henrique Gomes, o Baby, presidente da Independente, afirmou em mensagem pelo celular desconhecer o grupo oposicionista responsável pela crítica. “Que oposição? Virtual de fake. Tem CPF? Nem CNPJ”, disse o torcedor.

O Movimento Tradição também critica parte da diretoria pelo caso Cueva e diz que Raí e Ricardo Rocha tentam colocar ordem nada casa.

Cueva não viajou com a equipe para Mirassol, onde o São Paulo bateu o time da casa nesta quarta por 2 a 0, após pedir para não ser relacionado depois de o clube rejeitar uma oferta por ele. Raí disse que o atacante não está comprometido com a agenda do time.

 

 


Opinião: Raí já tem como desafio blindar Dorival
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O início do São Paulo no Campeonato Paulista com uma derrota e um empate coloca na “timeline” de Raí como grande desafio lutar pela sobrevivência de Dorival Júnior no cargo de técnico da equipe.

A precoce queda de Rogério Ceni em 2017, após apenas cerca de seis meses de trabalho, dá uma ideia do tamanho da paciência do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

Não há neste momento no Morumbi sinais de fritura de Dorival, mas o próprio treinador acusa a pressão ao falar em mudar seu planejamento após apenas dois jogos.

Uma das motivações da contratação de Raí como diretor executivo de futebol foi colocar no cargo alguém com perfil técnico, não político. Vinícius Pinotti, antecessor do ex-meia, não fez carreira na modalidade esportiva, é sócio do clube e foi um importante aliado do presidente.

Caso Dorival não faça o time engrenar rapidamente, será inevitável a pressão pela troca da comissão técnica. Em tese, o executivo deve brigar pela manutenção do projeto até o fim da temporada. Mudanças no meio do caminho costumam deixar a viagem mais turbulenta.

Assim, o desafio de Raí já começou. Cabe a ele dar as melhores condições possíveis para o técnico, ajudar na solução de problemas, inclusive os táticos, e abafar os eventuais corneteiros de plantão. Evitar declarações desastrosas que jogam mais pressão na comissão técnica, frequentes no passado tricolor, já é um bom começo.


Mesmo com ‘chapéu’ do Palmeiras, Raí é elogiado em atuação por Scarpa
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Raí saiu ileso da operação em que o São Paulo perdeu Gustavo Scarpa para o Palmeiras. Apesar da derrota diante do rival, o diretor executivo de futebol são-paulino tem sido elogiado por cartolas tricolores devido sua atuação no episódio.

O blog ouviu três membros do Conselho de Administração do clube. Todos elogiaram o ex-jogador.

Os aplausos a Raí são motivados principalmente pelo argumento de que ele não aceitou entrar em leilão pelo meia. Assim, não correu o risco de fazer o clube assumir uma dívida incompatível com sua situação financeira.

Nem o fato de o Palmeiras ter conseguido levar o jogador sem dar um centavo ao Fluminense, apostando em decisão da Justiça do Trabalho favorável à rescisão contratual por conta de atrasos, pesa contra o ex-craque. Os mesmos cartolas afirmam que Raí teve uma postura ética ao tentar negociar com o Fluminense, apesar de conversar também com a OTB, empresa que cuida dos interesses de Scarpa.

A diretoria da equipe carioca chegou a apontar o São Paulo como favorito para ficar com o meio-campista. Mas o Palmeiras atropelou o rival e anunciou a contratação sem entrar em acordo com o Flu. No entanto, o discurso são-paulino é de que o “chapéu” não pressiona Raí.


São Paulo cobra na Justiça R$ 3,2 mi do Botafogo por Henrique Almeida
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Na última segunda, o São Paulo entrou com uma ação de execução de título extrajudicial contra o Botafogo-RJ. O clube paulista alega existir uma dívida R$ 3.227.392,02 referente à venda do atacante Henrique Almeida Caixeta em 2013. Atualmente, o jogador está vinculado ao Grêmio, mas disputou a última temporada pelo Coritiba.

Domingos Flores Fleury da Rocha, vice-presidente jurídico botafoguense, disse não ter conhecimento da ação. Também afirmou que precisaria examinar o contrato, assinado na gestão de Maurício Assumpção, para responder se reconhece a dívida.

De acordo com documento apresentado à Justiça paulista pelos advogados são-paulinos, a compra de 40% dos direitos econômicos do atleta foi acertada por R$ 2,4 milhões. O pagamento seria feito em quatro parcelas. Uma de R$ 900 mil e três de R$ 500 mil cada.

A última prestação venceria em outubro de 2013. Porém, o São Paulo alega que só recebeu a primeira parcela. O valor cobrado agora inclui atualizações e multas por atraso previstas no contrato anexado ao processo.

Na ação, os advogados dos credores pediram que o Botafogo fosse citado por carta para pagar o débito em três dias ou apresentar contestação em 15 dias.  Como de praxe, também foi pedida a penhora online de ativos financeiros em caso de não pagamento.

Mas a juíza Cláudia Maria Pereira Ravacci entendeu que a citação deve ser por meio de oficial de Justiça. Assim, deu cinco dias para o São Paulo providenciar o recolhimento das custas necessárias.


Ala de organizada do São Paulo cita reuniões secretas com Leco. Clube nega
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O racha entre membros da Independente do interior e da capital abriu uma ferida que incomoda conselheiros do São Paulo: a relação da diretoria com a direção da torcida.

Em publicação numa rede social, a filial de Campinas da organizada apontou existirem encontros sigilosos entre a direção da uniformizada e o presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O objetivo do post era comentar problemas ocorridos entre as duas alas na estreia da equipe na Copa São Paulo na semana passada.

“Só porque não concordamos com vocês somos os errados da história? E as reuniões secretas com o Leco e a diretoria do SPFC? Qual o fundamento?”, diz trecho da postagem da Independente Campinas. O texto não dá explicações sobre os supostos encontros.

Procurada, a assessoria de imprensa do São Paulo negou que tenham ocorrido reuniões sigilosas  do presidente do clube e de diretores com a cúpula da torcida.

Por meio de mensagem de celular, o blog perguntou ao presidente da Independente, Henrique Gomes de Lima, o Baby, se as reuniões secretas com Leco aconteceram e qual o tema delas. Porém, ele não respondeu. Apenas encaminhou postagem na qual a diretoria da uniformizada dá sua versão para o desentendimento com associados do interior e faz críticas a ele.

No clube, conselheiros oposicionistas têm criticado o que chamam de proximidade entre a direção e a maior uniformizada tricolor. Sustentam que os cartolas deveriam manter neutralidade em relação à torcida uniformizada, que já invadiu o centro de treinamento da equipe sendo acusada de roubar material esportivo e agredir jogadores.

O bom relacionamento do clube com torcedores organizados foi simbolizado na última rodada do Brasileirão do ano passado. Antes do empate em um gol com o Bahia, as escolas de samba da Independente e da Dragões da Real desfilaram em volta do gramado do Morumbi. Leco e Baby foram fotografados juntos. O registro navegou nos celulares de conselheiros legendado por críticas da oposição à boa relação do cartola com o torcedor que estava envolvido na invasão do CT.

Em novembro, a diretoria tricolor já havia recepcionado a Independente e outros torcedores no Centro de Treinamento para ouvir sugestões deles para o clube. O encontro, porém, não teve nada de secreto.


Membros da Independente voltam a se provocar e aumentam tensão na Copa SP
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Integrantes da Independente, maior torcida do São Paulo, voltaram a se atacar nas redes sociais e aumentaram a tensão para o jogo da equipe neste sábado contra o Sergipe. Válido pela Copa São Paulo de Juniors, o duelo acontece em Ribeirão Preto, às 21h.

Por conta de problemas entre membros da uniformizada na estreia da equipe no torneio, na última quarta, também em Ribeirão, a Independente está proibida de entrar com uniforme, bandeiras e faixas. A Polícia Militar afirma ter descoberto que havia sido marcado pela internet um confronto entre sócios da capital e do interior antes da vitória por 6 a 2 sobre o Cruzeiro-DF. Também segundo a PM, houve um princípio de tumulto e mais de 150 torcedores chegaram a ser detidos. Um arsenal de armas brancas foi apreendido.

O veto imposto à organizada pela Federação Paulista não evitou que os dois grupos confirmassem suas caravanas para o jogo deste sábado. E nem inibiu a troca de provocações.

Em seu perfil no Facebook  o BDI (Bonde do Interior Americana convocou sócios a saírem de cima do muro e disparou contra o presidente da organizada, Henrique Gomes de Lima, o Baby.

“Chegou a hora de quem está em cima do muro escolher. Abraçar mentiras como verdade ou dar um basta nisso. Não somos palhaços virtuais igual ao presidente que provocou nós a semana inteira pela internet. E depois quebra ônibus vazio e fala merda. ‘Tamo’ aí pro que der e vier”, diz postagem do BDI Americana.

No mesmo texto, a ala interiorana acusa a direção da Independente de irregularidades: ” A grande maioria que está hoje com eles já teve os mesmos problemas que nós no passado. Porém, seguiram por outro caminho. E estão com eles (diretoria) mesmo cientes de todas mentiras, safadezas e pilantragens”.

Por sua vez, a direção da Independente se refere aos rebelados do interior de maneira ofensiva ao convocar associados para o jogo em Ribeirão. Em parte de nota publicada em rede social, a diretoria diz que “… devido à atitude errada dos micróbios do interior na última quarta, estamos de novo proibidos de utilizar camisas, bandeiras, camisas e adereços”.

Em seguida, o comunicado afirma que a diretoria não generaliza todos os associados do interior e culpa “micróbios isolados” pelos “transtornos causados à nossa instituição”. Também na mesma publicação a direção diz que “estávamos dentro do estádio, não causamos nenhuma confusão, entramos e saímos normalmente. Nada justifica essa punição generalizar a torcida.”

De acordo com a PM, um dos motivos do racha é o fato de filiais do interior não concordarem mais em pagar mensalidades para a sede na capital.


Estafe de Diego Souza aguarda oferta do São Paulo
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Com José Eduardo Martins, do UOL, em São Paulo

Depois de um contato inicial, o estafe de Diego Souza espera o São Paulo formular proposta pelo jogador. As duas partes asseguram que ainda não conversaram sobre valores e tempo de contrato.

A diretoria tricolor manifestou o desejo de contar com o veterano e agora faz suas contas para saber o que tem para oferecer ao atleta e ao Sport.

Caso encaminhem a oferta, os são-paulinos devem esperar uma sinalização positiva do estafe do jogador para abrir negociação com o clube pernambucano.

O time de Recife, porém, já demonstrou que não pretende facilitar a saída de Diego. A esperança no Morumbi é de que o atleta tenha interesse na transferência e convença o Sport a fechar o negócio.

Uma dificuldade para os são-paulinos deve ser oferecer grande aumento para o meia-atacante. Os tricolores trabalham com a informação de que ele recebe atualmente R$ 450 mil mensais. A quantia já está próxima do teto salarial pago pela agremiação paulista, que é de R$ 500 mil. Esse é o valor embolsado por Pratto. Hernanes fatura aproximadamente R$ 2 milhões por mês, mas o São Paulo paga R$ 500 mil. O restante é quitado pelos chineses do Hebei Fortune, clube com o qual mantém vínculo.

Em julho, o Palmeiras tentou contratar o meia-atacante, mas não houve acerto com o Sport. A pedida inicial dos pernambucanos foi de R$ 30 milhões, como mostrou o Blog do Rodrigo Mattos.

O contrato de Diego com a equipe nordestina vai até o final de 2018.

Por enquanto, o discurso de gente próxima ao jogador é que ele está feliz no Sport, mas que se propostas chegarem elas serão analisadas.


Raí usa polêmica com fair play de R. Caio ao defender novo perfil para SPFC
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Na última segunda (11), Raí fez uma apresentação ao Conselho de Administração (CA) do São Paulo. Ele explicou seus conceitos e planos como dirigente remunerado do futebol tricolor. O ex-jogador falou sobre a importância de a agremiação ter um perfil definido e de escolher atletas que se encaixem nesse modelo. Também mostrou simpatia por atrair empresas para a administração do clube.

De acordo com integrantes do CA, o novo cartola lembrou que em seu tempo de jogador o clube tinha um perfil conhecido por todos. Assim, quem chegava ao Morumbi sabia exatamente como se comportar dentro e fora de campo, mas que hoje não há mais essa identidade definida.

Ao se explicar, ele usou a polêmica causada pela demonstração de fair play de Rodrigo Caio no Campeonato Paulista. Em jogo contra o Corinthians, o zagueiro avisou ao juiz que Jô não havia cometido falta. O árbitro voltou atrás e retirou o cartão amarelo que deixaria o atacante fora do jogo seguinte do mata-mata. A atitude do beque desagradou ao então treinador do time, Rogério Ceni. Parte dos atletas também ficou descontente.

Segundo os conselheiros presentes, Raí afirmou que se o São Paulo tivesse um perfil bem definido, Rodrigo Caio saberia como agir no lance e não geraria polêmica no clube. Ou seja, o atleta já adotaria uma conduta padrão determinada pelo São Paulo. Pelos mesmos relatos, o dirigente não comentou se aprovou ou reprovou a atitude do zagueiro.

O ex-meia ainda discursou sobre entender ser necessário fazer com que todos os jogadores voltem a ter orgulho de jogar pelo São Paulo. Para isso, o plano é dar publicidade aos pontos positivos do clube.

Ele também falou sobre estratégias para aproximar grandes empresas da administração são-paulina. Nesse ponto citou casos europeus. Na Alemanha, por exemplo, o Bayern tem entre seus acionistas Audi, Adidas e Allianz.

O blog tentou ouvir Raí por meio da assessoria de imprensa do clube, mas não obteve sucesso.